Eu pretendo falar, mais adiante, sobre as faces do perdão, porém antes, preciso expor um conceito, que julgo muito importante, que antecede esse assunto, que é o valor do passado.
O passado tem o seu valor, contudo, é preciso ser sábio para não valorizá-lo mais do realmente vale. O passado sofre depreciação. Cada dia deveria valer menos. Entretanto, algumas vezes interrompemos o andamento natural dos acontecimentos.
Para entender melhor, vou dividir o passado em duas partes: a estagnação e o combustível. A primeira atola o carro da vida e impede-nos de prosseguir viagem. A outra é chamada de experiência. Ela faz com que você avance futuro a fora, mais forte e melhor preparado. A partir do seu presente, ela iluminará o caminho a seguir.
Toda lembrança, boa ou má, transforma-se em duas coisas: sequelas ou cicatrizes. Pode parecer pejorativo, mas não é. Neste caso, podem ser coisas boas ou más, que ficam marcadas em nossa alma ou em nosso corpo.
Valorizar corretamente tudo em nossa vida é um exercício de sabedoria, que se aprende na prática, pela atitude. Não permitir que maus pensamentos povoem nossa mente é um gesto de amor para conosco. Lembre-se: "amai-vos uns aos outros como a TI mesmo".
"Coisas boas estão por acontecer em nossas vidas... Basta lutar um pouquinho por elas..."
sexta-feira, 28 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Dia de bula...
Existem certos brasileiros que costumam ler todas as páginas de um manual antes de utilizar o equipamento novo, que não sonegam imposto de renda (também, para um assalariado isso beira à missão impossível).
E tem também a famosa missão que antecede a utilização de um remédio... É claro, ler a bula...
Existem coisas mais ilegíveis que a própria receita do médico, mas não vou aqui comentar sobre coisas que não entendo e acredito que não entenderei.
A minha única crítica neste momento é para mencionar uma das poucas coisas que entendo nas bulas e está sempre presente na seção "contra-indicações" de uma bula.
Todas elas imutavelmente apresentam sempre a mesma declaração, mais ou menos assim:
"... não deve ser utilizado por pacientes sensíveis a qualquer um dos componentes da formulação".
É uma contradição: depois do humilhante despejo de "bioquimiquês" de outros trechos, vem essa obra-prima da ofensa à inteligência...
E tem também a famosa missão que antecede a utilização de um remédio... É claro, ler a bula...
Existem coisas mais ilegíveis que a própria receita do médico, mas não vou aqui comentar sobre coisas que não entendo e acredito que não entenderei.
A minha única crítica neste momento é para mencionar uma das poucas coisas que entendo nas bulas e está sempre presente na seção "contra-indicações" de uma bula.
Todas elas imutavelmente apresentam sempre a mesma declaração, mais ou menos assim:
"... não deve ser utilizado por pacientes sensíveis a qualquer um dos componentes da formulação".
É uma contradição: depois do humilhante despejo de "bioquimiquês" de outros trechos, vem essa obra-prima da ofensa à inteligência...
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