O ritmo frenético e avassalador que carrego, com a TV, internet, e-mails e tantos outros veículos bombardeando informação, trabalho, trânsito, consultas médicas, contratos, metas, negócios, tudo muitas vezes inúteis, e uma necessidade constante de estar ocupado, quando não preciso estar fazendo nada, tira de mim o que tenho de melhor, que são as minhas reflexões.
Existe uma pessoa que se educa, que aprende, que se desenvolve, que evolui e só assim se transforma em uma pessoa melhor nos momentos de reflexão, de introspecção, de elaboração. As ideias, as informações, os acontecimentos precisam ser adequadamente digeridos para melhor entender o que está acontecendo. Nem todos conseguem fazer isso em meio ao caos, ao problema, aos incêndios. Algumas pessoas precisam de um pequeno instante de parada para olhar em volta, perceber o que acontece, identificar em que lugar está, o que precisa necessariamente ser feito e, então, tomar a decisão menos comprometedora.
É claro, que isso nem sempre é possível. Em grande parte da vida, um segundo pode representar a diferença entre a vida e a morte. Mesmo assim, as decisões tomadas por instinto de boa qualidade exigem de nós uma experiência anterior, aquela que é obtida naquelas vezes em que a resposta não precisaria ser tão impensada, precipitada ou enérgica. Em alguns momentos é preciso contar até dez ou até quanto for necessário.
Viver não é somente um ato de amor, mas também um ato de inteligência. São exercícios conscientes constantes, em que cada experiência deve se transformar em um novo aprendizado.
Mesmo aquelas repetitivas, precisam ser vividas ao menos com a mudança do ponto de vista, colocar um novo ponto de fuga dentro da velha perspectiva.
Não é o fato do sol nascer igualmente todos os dias para que isso o torne repetitivo. O horizonte precisa ser diferente. E o que irá modificá-lo é exatamente a experiência trazida ao nosso olhar. A forma como observamos a mesma coisa. E dessa maneira, fazer dessa outra maneira a concretização, por exemplo, da velha frase (no meu caso): "conquistar todos os dias a mesma mulher..." e sempre fazer disso um novo acontecimento.
Viver não é somente um ato de amor, mas também um ato de inteligência. São exercícios conscientes constantes, em que cada experiência deve se transformar em um novo aprendizado.
Mesmo aquelas repetitivas, precisam ser vividas ao menos com a mudança do ponto de vista, colocar um novo ponto de fuga dentro da velha perspectiva.
Não é o fato do sol nascer igualmente todos os dias para que isso o torne repetitivo. O horizonte precisa ser diferente. E o que irá modificá-lo é exatamente a experiência trazida ao nosso olhar. A forma como observamos a mesma coisa. E dessa maneira, fazer dessa outra maneira a concretização, por exemplo, da velha frase (no meu caso): "conquistar todos os dias a mesma mulher..." e sempre fazer disso um novo acontecimento.
A verdade é que passamos a maior parte do tempo apenas olhando, sem acrescentar uma visão crítica, deixando o mundo acontecer por si só.
É preciso sempre acrescentar sabedoria às nossas decisões e avaliar o que devemos aceitar e tudo que podemos mudar. A melhor hora de modificar. A melhor maneira de fazê-lo.
"Coisas boas estão por acontecer... Basta lutar um pouco por elas."
É preciso sempre acrescentar sabedoria às nossas decisões e avaliar o que devemos aceitar e tudo que podemos mudar. A melhor hora de modificar. A melhor maneira de fazê-lo.
"Coisas boas estão por acontecer... Basta lutar um pouco por elas."