"Deus não os salva sem você!"
Essa é uma regra universal, da qual derivam muitas outras.
Acho que todas aquelas na qual somos chamados a fazer a nossa parte.
"Deus não os salva sem você!"
Essa é uma regra universal, da qual derivam muitas outras.
Acho que todas aquelas na qual somos chamados a fazer a nossa parte.
O tempo nos bombardeia constantemente com fatos, alguns até repetitivos, porém falta-lhes a previsibilidade das nossas escolhas.
Então, cada segundo é semente do instante seguinte de nossas escolhas.
Semear e escolher tornam-se sinônimos, que produzem destinos distintos e assim reformulamos o futuro inconstante.
E da mesma forma que nos oferece possibilidades, o tempo não nos dá escolhas. É preciso aceitar tudo aquilo que é irreversível, toda a reação química, resultante da alquimia que semeamos no passado.
É uma intrincado trabalho de ilusionismo, na qual o tempo guarda memórias para justificar o presente, que é a única coisa que realmente existe.
O tempo que corre da minha infância em direção à minha velhice nada mais é do que aquilo que hoje colho, preenchido de passado e visionário de um futuro que não aconteceu, mas que pode mudar, ainda que eu plante as sementes certas.
Tenho nas mãos apenas o incerto e, certamente, o fato de que tudo está mergulhado na inexorável entropia.
De todas as incertas colheitas que poderei fazer, resta-me a escolha de semear ou não o que preciso. Se vou colher alguma coisa, deixo para o tempo dizer.
Ao questionar o tempo sobre os frutos das minhas escolhas. Ele me respondeu que "qualquer que seja a resposta, é meu dever, não há outra escolha senão prosseguir com o plantio. Tanto faz saber os resultados. Se sua vida vai acabar em morte, não deve ser vivida? Vai e faz a sua parte, que eu faço a minha..."
Perdoar é fácil, porque não necessariamente gera um compromisso. Pode ser apenas uma limpeza da memória; ignorar e esquecer, não o fato, mas o agente. É reprimir um desejo de vingança ou um sentimento de ódio.
Fé, no entanto, intimamente se relaciona com a confiança. Não se acredita em quem não se confia, e vice-versa.
Então, conviver com quem se perdeu a confiança, exige muito mais que perdoar. E como se devolve a fé? A prova de fé se dá a cada novo instante, todos os dias, pelo resto de nossas vidas. Recuperar a perda da confiança tem um custo muito alto. É muito caro que talvez não valha o preço a ser pago.
Porém, existe ao menos um atenuante: o Amor!
O amor pode salvar uma relação de confiança. Ele é desprovido de reciprocidade. O amor contorna a fé por sinuosidades. Pode acreditar que é; e se não for, um dia há de ser. Não se decepciona jamais, sempre incentiva. É altruísta!
E quantas pessoas estão dispostas a viver esse altruísmo? Afinal, trata-se de um produto muito escasso, mas ele existe nas mães, por exemplo. Não depende dos outros, pode ser concebido dentro de você...
Ainda assim, não deve ser fácil. Se fosse, não seria tão raro.
A Maturidade nos torna educadores.
Ser educador é uma vocação, uma missão que nos é dada, advinda da responsabilidade de discernir as coisas, ainda que não se saiba exatamente o que é certo ou errado.
Ser educador é saber utilizar com engenho e arte, uma complexa engenharia social, todo o aprendizado proporcionado por experiências de vida coletadas com trabalho intelectual, para acolher o outro ser humano, para torná-lo alguém melhor do que quando encontrou com você.