Depois de tanto tempo acho que recebi de volta a paz tão esperada. Mas a paz não é um bem permanente ou um espaço determinado. A paz é um estado de espírito, o qual se conquista e todo dia necessita de água, luz e calor. É uma planta que precisa de cuidados e até mais, é preciso um pouco de luta para mantê-la no mesmo lugar que colocamos.
A paz é um benefício que nos é oferecido, condições apropriadas e é também a sua troca, a sua doação. São o vento e a vela, rumo à grande viagem.
E a resposta àquela velha pergunta: "... e quando começa a grande viagem?" Na verdade, nós nunca saímos dela, ela começou e nunca nos demos conta de quanto tempo esperamos dentro do trem em movimento, sem ver as estações e as paisagens passando pela nossa janela.
E em busca da tão esperada paz eu naveguei por entre os meus sonhos. Da mesma forma, por entre pesadelos precisei manter o firme propósito de consolidar o destino que tanto buscava. No entanto, em meio a essas passagens, descobri que a paz é poder trilhar. Partir sem medo de voltar ou continuar, sem temer o desconhecido que nos ameaça, sem se esquecer das oportunidades que estariam por se descobrir.
Percebi também que mesmo em meio a tantas companhias, a tantas palavras e tantos diálogos, a nossa viagem é solitária. Solitária pelo simples fato de que não sabemos onde termina, nem quando vai acabar e somente nós vamos prosseguir ao nosso suposto destino, sendo que não há previsão, premonição que indique o que nos espera.
Por esse caminho a trilhar vou ao encontro de muitos outros caminhos que cruzam com o meu e que de certa forma me acompanham por uma longa estrada. Nessa estrada pode se caminhar a dois, mas nunca somos um. Cada um, mesmo lado a lado, segue o seu próprio caminho. E quando menos se espera estaremos sós novamente.
A paz é a capacidade de compreender que não temos nada neste mundo, não possuímos nada nem ninguém, mas mesmo assim, ter a certeza de que não perdemos nada, nem ninguém. Sempre fica um presente guardado em nossa lembrança e essas só se perdem quando esquecemos para sempre.
A paz é o estado de espírito, uma conquista da alma. Uma vontade de sorrir, porque tudo valeu a pena, é a certeza que podemos construir tudo que precisamos novamente.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
As águas de um mesmo rio...
"O tempo é como um rio. Você nunca poderá tocar a mesma água duas vezes, porque a água que passou nunca passará novamente. Aproveite cada minuto da sua vida."
Neste final de semana vou perder algo que nunca mais se repetirá. E assim, sucessivamente, precisamos fazer escolhas e escolhas não são tão fáceis de fazer... Já não é a primeira vez que me deparo com decisões e as decisões são em detrimento do eterno futuro.
Houve uma época que cantei no coral da UEL em Londrina e o maestro me disse que "tempo era uma questão de preferência". Então precisei fazer minha escolha entre o curso de engenharia e o meu canto. A verdade é que nunca mais terminei meu curso de engenharia civil, nem tão pouco fiquei no coral. A vida tratou de me oferecer terceiras opções, algumas boas, outras nem tanto e muitas delas apenas momentâneas. Mas ao longo de todos os anos que vieram, percebi que tudo na vida são projetos. A diferença é que alguns terminam. Outros quando duram a vida toda, não significam nada, representam apenas as coisas inacabadas, das quais não abrimos mão e ficam na poeira e desgaste do tempo.
Hoje me vejo frente a frente com a escolha do trabalho e outras formas de escravidão em detrimento das coisas que eu gosto, daquilo que sou. Parece que nesta vida ou somos músicos ou cantaremos somente na velhice. Do contrário, precisaria matar aquilo que me permite sobreviver e ao mesmo tempo impede de viver em plenitude. A vida é cheia de paradoxos. Cheia de escolhas.
Minha Mãe esteve este final de semana comigo e isso acontece uma vez a cada dez anos aproximadamente. É como se fosse um cometa. Em alguns momentos tenho a sensação de que a vida é apenas uma noite estrelada cheia de astros, cheia de astrologia, que na verdade são apenas águas de um mesmo rio.
Aquelas águas estão perdidas, mas amanhã, quem sabe o rio ainda não secou...
Neste final de semana vou perder algo que nunca mais se repetirá. E assim, sucessivamente, precisamos fazer escolhas e escolhas não são tão fáceis de fazer... Já não é a primeira vez que me deparo com decisões e as decisões são em detrimento do eterno futuro.
Houve uma época que cantei no coral da UEL em Londrina e o maestro me disse que "tempo era uma questão de preferência". Então precisei fazer minha escolha entre o curso de engenharia e o meu canto. A verdade é que nunca mais terminei meu curso de engenharia civil, nem tão pouco fiquei no coral. A vida tratou de me oferecer terceiras opções, algumas boas, outras nem tanto e muitas delas apenas momentâneas. Mas ao longo de todos os anos que vieram, percebi que tudo na vida são projetos. A diferença é que alguns terminam. Outros quando duram a vida toda, não significam nada, representam apenas as coisas inacabadas, das quais não abrimos mão e ficam na poeira e desgaste do tempo.
Hoje me vejo frente a frente com a escolha do trabalho e outras formas de escravidão em detrimento das coisas que eu gosto, daquilo que sou. Parece que nesta vida ou somos músicos ou cantaremos somente na velhice. Do contrário, precisaria matar aquilo que me permite sobreviver e ao mesmo tempo impede de viver em plenitude. A vida é cheia de paradoxos. Cheia de escolhas.
Minha Mãe esteve este final de semana comigo e isso acontece uma vez a cada dez anos aproximadamente. É como se fosse um cometa. Em alguns momentos tenho a sensação de que a vida é apenas uma noite estrelada cheia de astros, cheia de astrologia, que na verdade são apenas águas de um mesmo rio.
Aquelas águas estão perdidas, mas amanhã, quem sabe o rio ainda não secou...
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Tempo...
Hoje aproveitei uns preços baratos de DVDs que encontrei nas Lojas Americanas, como alguns outros que aproveitei para comprar outro dia.
Naquele dia comprei um DVD dos Bee Gees e hoje, do Toquinho e outro de Vinicius, Tom, Toquinho e Miucha. Não assisti a nenhum até o momento, assim como vários outros que comprei e ficam na prateleira a espera de uma oportunidade que não ofereço.
Outro dia falei sobre pessoas que compram castelos, iates e outras coisas mais, mas que irão usufruir muito pouco ou nada de todas essas coisas. É como ter muito dinheiro e não usar. Salvo as devidas proporções, vejo que também não consigo aproveitar tudo que tenho.
Eu me presentei com um violão novinho, do jeito que queria no último Natal, mas quase não tenho tempo para ele... A vida anda tão corrida. O tempo passa e tudo vai ficando para depois e depois... Tudo adiado pela falta de tempo.
O maestro Benvenuto costumava dizer que tempo era uma questão de preferência...
Uau! Hoje lembrei que tenho um blog. Para que um blog se nele não posso escrever, por falta de tempo.
Bom, vou parar por aqui que já está muito tarde e nem vou ter tempo de dormir o tanto que gostaria...
Naquele dia comprei um DVD dos Bee Gees e hoje, do Toquinho e outro de Vinicius, Tom, Toquinho e Miucha. Não assisti a nenhum até o momento, assim como vários outros que comprei e ficam na prateleira a espera de uma oportunidade que não ofereço.
Outro dia falei sobre pessoas que compram castelos, iates e outras coisas mais, mas que irão usufruir muito pouco ou nada de todas essas coisas. É como ter muito dinheiro e não usar. Salvo as devidas proporções, vejo que também não consigo aproveitar tudo que tenho.
Eu me presentei com um violão novinho, do jeito que queria no último Natal, mas quase não tenho tempo para ele... A vida anda tão corrida. O tempo passa e tudo vai ficando para depois e depois... Tudo adiado pela falta de tempo.
O maestro Benvenuto costumava dizer que tempo era uma questão de preferência...
Uau! Hoje lembrei que tenho um blog. Para que um blog se nele não posso escrever, por falta de tempo.
Bom, vou parar por aqui que já está muito tarde e nem vou ter tempo de dormir o tanto que gostaria...
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
O segredo dos que triunfam... todos os dias...
Na minha juventude, quando morei em uma república, alguém deixou-nos um quadro na parede da sala que dizia: "O segredo dos que triunfam é começar tudo de novo..."
Às vezes, passava pelos meus pensamentos que haveria um instante em minha vida, em que após teimar pela estrada errada, tomaria a decisão de voltar e prosseguir pelo caminho correto. Mas não foi bem assim... Não há volta, pois os caminhos são de mão única, mas ainda bem não são únicos... A todo momento eles se repartem e novas decisões tomam conta do nosso destino.
Então, eu percebi que em cada caminho percorrido, não havia certo ou errado. E as possibilidades de escolha surgiam justamente quando o caminho parecia difícil, incerto, perigoso... Não sei se fechamos os olhos para outros lugares quando tudo parece bem ou se Deus nos abençoa com uma saída em um túnel obscuro que acabamos que nos aventurar... A verdade é que num desses momentos, o quadro na parede retornou de minhas distantes memórias e fez com que eu decidisse recomeçar tudo de novo. Ao contrário, do que pensou o jovem inexperiente daqueles tempos, hoje, o jovem, um pouco mais experiente que existe dentro de mim, vê que todos os dias é preciso começar tudo de novo. São coisas do futebol: quando se é campeão, significa somente que o campeonato terminou e é preciso começar um novo torneio, uma nova maratona... Por mais que alguém tenha vitórias, méritos, medalhas e taças, o que nos movimenta são os triunfos que estão por acontecer, se começarmos tudo de novo...
Às vezes, passava pelos meus pensamentos que haveria um instante em minha vida, em que após teimar pela estrada errada, tomaria a decisão de voltar e prosseguir pelo caminho correto. Mas não foi bem assim... Não há volta, pois os caminhos são de mão única, mas ainda bem não são únicos... A todo momento eles se repartem e novas decisões tomam conta do nosso destino.
Então, eu percebi que em cada caminho percorrido, não havia certo ou errado. E as possibilidades de escolha surgiam justamente quando o caminho parecia difícil, incerto, perigoso... Não sei se fechamos os olhos para outros lugares quando tudo parece bem ou se Deus nos abençoa com uma saída em um túnel obscuro que acabamos que nos aventurar... A verdade é que num desses momentos, o quadro na parede retornou de minhas distantes memórias e fez com que eu decidisse recomeçar tudo de novo. Ao contrário, do que pensou o jovem inexperiente daqueles tempos, hoje, o jovem, um pouco mais experiente que existe dentro de mim, vê que todos os dias é preciso começar tudo de novo. São coisas do futebol: quando se é campeão, significa somente que o campeonato terminou e é preciso começar um novo torneio, uma nova maratona... Por mais que alguém tenha vitórias, méritos, medalhas e taças, o que nos movimenta são os triunfos que estão por acontecer, se começarmos tudo de novo...
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Ser ou não ser egoísta?????
Soa de modo estranho dizer não, quando se deseja dizer sim.
Parece absurdo na primeira vez que dizemos e leva muito tempo até acostumar-se com essa palavra e talvez leve a vida inteira para aprender a usá-la com sabedoria...
Mas a verdade é que se consegue habituar, cedo ou tarde, por vontade ou por necessidade. Cabe a nós escolher o modo: profilático ou com sequelas. Você é quem sabe.
Para algumas pessoas educadas, muito bem educadas para a vida, certas decisões são fáceis e dizer não é uma rotina em suas vidas. Contudo, quando o sim está culturalmente enraizado, parece uma medida drástica e uma situação extrema, quando é preciso negar. Parece desumano, hediondo, um delito inafiançável.
Só sei dizer que o final da história já se conhece e os personagens já foram vistos em um fato real qualquer e tenho que dizer que neste caso, o "crime" do não, compensa. Compensa, porque eu vi até onde isso tudo chegou e se pudesse, tal qual o filme efeito borboleta, mudar o curso do destino, teria feito diferente. Isso está longe de ser uma declaração de arrependimento. Muito pelo contrário, é apenas um orientador de direção... Errei, não nego e vou consertá-lo. O que me faz querer consertar o passado não é tê-lo feito, mas os efeitos que terei que sentir na própria pele durante muito tempo ainda, ou seja, o problema não é consertar o passado, mas consertar o futuro.
Existem duas instituições que prejudicam os homens de bem deste mundo... Se é que posso chamá-las todas de instituições: uma se trata de um ensinamento, na qual devemos dar a vida pelo irmão; a outra são filmes que pregam o bem acima de tudo, por exemplo, morrer por ideais de liberdade, de amor, de justiça e demais outras lendas. Não que todos esses ensinamentos não devam ser seguidos. Longe disso, eu continuo a acreditar que elas tornam o nosso mundo melhor.
Só que esquecem de dizer nas entrelinhas da vida desses heróis e altruístas uma coisa muito importante: isso que vocês estão assistindo, não façam em casa, é extremamente perigoso e só deve ser executado por pessoas especialmente treinadas e profissionais da área... E nem todos nós nascemos para heróis, mártires e coisas do gênero. Para cidadãos normais, como eu, fica uma conta muito cara para pagar quando radicalizamos.
Vou tentar resumir numa frase bem atual tudo que me corta a própria carne: o limite do cheque especial não deve ser usado para salvar vidas, muito menos para defender seus ideais, sejam eles quais forem...
É como dizer para não recolher um mendigo em sua própria casa. Existe um limite para o bem.
Ontem conversei com a minha filha sobre a busca da perfeição. Perguntei a ela: "ser perfeito é beber muita água ou pouca água?" Ela disse com certa dúvida: "é muita?" Eu respondi que não. Devemos beber a quantidade certa, nem de mais nem de menos. Assim também eu deveria ter agido em todas as decisões de minha vida... Na medida certa para cada coisa...
Certa vez, o Padre Luiz em um sermão dominical disse que Jesus em um determinado momento se irritou e expulsou vendilhões do templo de Deus e em outros momentos ofereceu a outra face para baterem. E prosseguiu concluindo que Jesus jamais pediu para sermos bonzinhos, mas para sermos justos. Em alguns momentos Ele deu o peixe, em outros ensinou a pescar. A cada um, de acordo com a sua vocação, Ele pediu o que cada um poderia oferecer.
Ainda estes dias eu disse que Deus nos dá uma cruz pesada o suficiente para podermos carregar. Creio que aprender sempre faz parte da minha cruz, pagar pelos meus erros também. Mas graças a Deus dos meus males, o tempo resolve, a minha saúde para trabalhar me ampara, as bençãos de ter bons amigos me acolhe e vejo então que meu fardo é leve, pois minha fé é ainda maior.
Ser perfeito não é ser altruísta, nem tão pouco egoísta... É ser alguém ponderado, na medida certa. Buscar a medida certa é atitude dos sábios. Aprender a calibrar nossas decisões...
Parece absurdo na primeira vez que dizemos e leva muito tempo até acostumar-se com essa palavra e talvez leve a vida inteira para aprender a usá-la com sabedoria...
Mas a verdade é que se consegue habituar, cedo ou tarde, por vontade ou por necessidade. Cabe a nós escolher o modo: profilático ou com sequelas. Você é quem sabe.
Para algumas pessoas educadas, muito bem educadas para a vida, certas decisões são fáceis e dizer não é uma rotina em suas vidas. Contudo, quando o sim está culturalmente enraizado, parece uma medida drástica e uma situação extrema, quando é preciso negar. Parece desumano, hediondo, um delito inafiançável.
Só sei dizer que o final da história já se conhece e os personagens já foram vistos em um fato real qualquer e tenho que dizer que neste caso, o "crime" do não, compensa. Compensa, porque eu vi até onde isso tudo chegou e se pudesse, tal qual o filme efeito borboleta, mudar o curso do destino, teria feito diferente. Isso está longe de ser uma declaração de arrependimento. Muito pelo contrário, é apenas um orientador de direção... Errei, não nego e vou consertá-lo. O que me faz querer consertar o passado não é tê-lo feito, mas os efeitos que terei que sentir na própria pele durante muito tempo ainda, ou seja, o problema não é consertar o passado, mas consertar o futuro.
Existem duas instituições que prejudicam os homens de bem deste mundo... Se é que posso chamá-las todas de instituições: uma se trata de um ensinamento, na qual devemos dar a vida pelo irmão; a outra são filmes que pregam o bem acima de tudo, por exemplo, morrer por ideais de liberdade, de amor, de justiça e demais outras lendas. Não que todos esses ensinamentos não devam ser seguidos. Longe disso, eu continuo a acreditar que elas tornam o nosso mundo melhor.
Só que esquecem de dizer nas entrelinhas da vida desses heróis e altruístas uma coisa muito importante: isso que vocês estão assistindo, não façam em casa, é extremamente perigoso e só deve ser executado por pessoas especialmente treinadas e profissionais da área... E nem todos nós nascemos para heróis, mártires e coisas do gênero. Para cidadãos normais, como eu, fica uma conta muito cara para pagar quando radicalizamos.
Vou tentar resumir numa frase bem atual tudo que me corta a própria carne: o limite do cheque especial não deve ser usado para salvar vidas, muito menos para defender seus ideais, sejam eles quais forem...
É como dizer para não recolher um mendigo em sua própria casa. Existe um limite para o bem.
Ontem conversei com a minha filha sobre a busca da perfeição. Perguntei a ela: "ser perfeito é beber muita água ou pouca água?" Ela disse com certa dúvida: "é muita?" Eu respondi que não. Devemos beber a quantidade certa, nem de mais nem de menos. Assim também eu deveria ter agido em todas as decisões de minha vida... Na medida certa para cada coisa...
Certa vez, o Padre Luiz em um sermão dominical disse que Jesus em um determinado momento se irritou e expulsou vendilhões do templo de Deus e em outros momentos ofereceu a outra face para baterem. E prosseguiu concluindo que Jesus jamais pediu para sermos bonzinhos, mas para sermos justos. Em alguns momentos Ele deu o peixe, em outros ensinou a pescar. A cada um, de acordo com a sua vocação, Ele pediu o que cada um poderia oferecer.
Ainda estes dias eu disse que Deus nos dá uma cruz pesada o suficiente para podermos carregar. Creio que aprender sempre faz parte da minha cruz, pagar pelos meus erros também. Mas graças a Deus dos meus males, o tempo resolve, a minha saúde para trabalhar me ampara, as bençãos de ter bons amigos me acolhe e vejo então que meu fardo é leve, pois minha fé é ainda maior.
Ser perfeito não é ser altruísta, nem tão pouco egoísta... É ser alguém ponderado, na medida certa. Buscar a medida certa é atitude dos sábios. Aprender a calibrar nossas decisões...
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