quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Comportamento - VI - Preparar-se para ser um campeão...

O campeão tem como meta chegar à grande final.
Porém, o dia da grande final não é a data mais importante.
Para o vencedor todos os dias que antecedem a sua meta são primordiais.
Todo o planejamento para chegar ao dia da grande final é essencial.
Executar o planejado com rigor todos os dias para chegar ao dia da grande final é imprescindível.
No dia da grande final, o vencedor apenas cumpre o objetivo principal, mas o verdadeiro campeão foi construído todos os dias que o antecederam.
"O importante é a viagem e não o destino"

sábado, 19 de agosto de 2017

Comportamento - V - Navegar juntos...

As relações entre pessoas deixou de ser um barquinho. Deixou de ser metade de uma laranja.
Hoje cada um toca seu barco, ainda que lado a lado, viajando pelos mesmos destinos.
Ainda que um reboque o outro quando necessário ou enfrentem juntos tempestades...
Tem a grata satisfação de poder mostrar o caminho ou de compartilhar novas aventuras rumo a terras desconhecidas.
Antes de cruzar o imenso oceano é preciso acreditar que carregam todos os insumos para prosseguir no desafio de navegar juntos. E é claro, jamais deve ser a primeira viagem.
Nas relações o que importa antes de compartilhar a viagem é compartilhar expectativas, sonhos, projetos, conhecer quais as cordas que seguram suas velas, quais mapas carregam, quais destinos  pretendem aportar e mais importante: quais princípios e valores regem a sua navegação.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Perspectiva - II - Escrever nas folhas em branco da nossa vida...


O dia a dia da vida não é inseguro ou indefinido. Não é loucura!
Há uma história a ser escrita sem segredos. Que pode ser até imprevisível desde que surpreendentemente positiva.
Que não seja irreconhecível, mas mantenha valores e expectativas.
Que não tenha mãos atadas, mas que se guie por meio de uma missão e uma visão de futuro.
Que não seja orientada pelo preconceito ou pelo estereótipo e sim pela justiça.
Que não tenha limites, mas mantenha o respeito.
Afinal, o futuro é um caderno de folhas em branco no qual não se escrevem coisas sem nexo, sem sentido ou obscuras.
Ele ainda não foi escrito, ainda que as páginas sabiamente sejam brancas e possua linhas orientadoras.
E por fim, escrever deve ser prazeroso, devemos amar a nossa história de vida. E precisa valer a pena ser lido.
 

sábado, 12 de agosto de 2017

Problemas Intermináveis... Infinitas Soluções...

Queria resolver problemas... Todos eles, de todos, sempre...
Mas problemas são games de infinitas fases.
Porém, no início, a vida toda quis evitá-los... Os inevitáveis...
E quando criança eles eram assustadores.
Eram doenças, guerras, calamidades... Não havia lugar seguro...
Não havia paz...
Hoje contudo me basta a disposição para enfrentá-los.
Vencer, no modelo meritocrático, é essencial, mas não há primeiros lugares para todos.
Vencer, é o objetivo, mas o que importa é o jogo.
Enfrentá-los sempre é imprescindível, para tentar resolvê-los da melhor maneira.
De forma justa e com a melhor equipe em quadra.
Aliás, descobre-se que o importante não é vencer a morte, mas viver a vida, esse lapso temporal.
"A vida é o jogo" e não importa o resultado.
"A vida é a viagem e não o destino".

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Ninguém é dono...

Eu entendo que todos nós temos deveres para fazer todos os dias de nossas vidas.
Entendo também que algumas coisas precisam de alguém para que sejam feitas.
Entendo perfeitamente que se alguém não fizer, vai ficar faltando um pedaço.
Mas tenho toda a convicção de que é preciso criar, inventar, sonhar...
Planejar.

Então, baixar a cabeça todos os dias, não irá torná-los melhores e nem nos transformará em pessoas melhores e mais felizes.
Isso porque viver, antes de ser uma grande missão, é uma grande viagem.
Qualquer pedaço do nosso viver é mais importante que qualquer dever, tarefa ou obrigação.
E viver a vida consiste exatamente em dar equilíbrio aos direitos e deveres.
É preciso ser justo com o nosso corpo e com nosso espírito.

Na vida, precisamos de férias, ainda que nossa natureza seja dinâmica.
Nós precisamos de sono e direito de dormir, ainda que algo só seja criado quando estamos acordados.
Embora tudo ocorra somente quando estamos despertos, conscientes, necessitamos de descanso, de silêncio...
Precisamos olhar um pouco para dentro...
Dentro de nós e dentro dos outros também...

Assim,  temos deveres para com o mundo e hora para os deveres do "eu".
Aquele "eu", que gosta de violão, de música, de sonhos.
Aquele "eu" da elaboração, dos pensamentos, do planejamento, da introspecção, da meditação.
E que tornamos a última pessoa com direitos, que não tem deveres para consigo mesma, que nasceu somente para servir aos outros.

É necessário equilíbrio entre luzes e sombras, entre sol e chuva.
Precisamos de uma justa forma de ser e viver.
Precisamos de harmonia, mas essencialmente de respeito.
Zelo à nossa capacidade de fazer.
Respeito ao nosso tempo, ao direito de não saber, de querer e de entender que nem tudo é da maneira que sonhamos, nem em nós e muito menos nos outros.

Mas ainda assim persistir e seguir em frente.
Submissão às diferenças, porque ninguém é mais ou menos importante por ser capaz de fazer mais.
Afinal ninguém é dono da verdade.
Ninguém deve ocupar o tempo do outro se não foi autorizado.
Muito menos ser dono da vida dos outros.

sábado, 5 de agosto de 2017

Comportamento - IV - Preocupações Desnecessárias...

Preocupações são evitáveis de problemas inevitáveis...
Muitas crises, por pior que parecessem, foram superadas ao longo da história.
Não foi fácil, mas muitas delas foram minimizadas pela nossa atitude.
Podemos mudar poucas coisas nessa vida.
Nas muitas coisas que não temos o poder de modificar, nossa atitude pode mudar a maneira de enfrentá-las.
Saber amenizar a dor também é enfrentar.
Ser otimista e ter esperança, também.
"Crise é risco e oportunidade no ideograma chinês".
"Então, seja capaz de fazer do pior momento, o seu melhor momento".

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Comportamento - III

Ser doméstica é uma profissão tão digna quanto ser médica.

O problema reside no reconhecimento, na valorização. Ou igual ao que diziam antigamente: "o trabalho dignifica o Homem, o que avilta é o salário".

É comum a valorização da profissão que ofereça maior retorno do salário aplicado, que existam poucos com tal especialização e, é claro, sejam igualmente necessários. Ou ainda, são valorizados aqueles dispostos a fazer algo julgado importante ou interessante e que poucas pessoas fariam.
Sei lá quantos outros motivos que valorizam mais um profissional que outro.

Mas isso não é a regra, a maioria das profissões é comum. O que não exige conhecimento, exige força, importância, riscos, habilidade e outras tantas virtudes, que normalmente não estão concentradas em uma pessoa somente.

A questão não é a valorização, mas a diferença de valorização que é dada.
Por que o trabalho de uns custa tão caro e outras custa tão barato?
Por que alguns têm muito mais direitos, enquanto outros não tem quase nada?


Sempre haverá uma diferença, mas que ela não seja grande, que seja justa e que esse reconhecimento proporcione dignidade.