Queria resolver problemas... Todos eles, de todos, sempre...
Mas problemas são games de infinitas fases.
Porém, no início, a vida toda quis evitá-los... Os inevitáveis...
E quando criança eles eram assustadores.
Eram doenças, guerras, calamidades... Não havia lugar seguro...
Não havia paz...
Hoje contudo me basta a disposição para enfrentá-los.
Vencer, no modelo meritocrático, é essencial, mas não há primeiros lugares para todos.
Vencer, é o objetivo, mas o que importa é o jogo.
Enfrentá-los sempre é imprescindível, para tentar resolvê-los da melhor maneira.
De forma justa e com a melhor equipe em quadra.
Aliás, descobre-se que o importante não é vencer a morte, mas viver a vida, esse lapso temporal.
"A vida é o jogo" e não importa o resultado.
"A vida é a viagem e não o destino".
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