Recebi a seguinte parábola por meio de um e-mail...
"Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo. O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
- Hei, desce do muro agora... Vem pra cá!!!!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
-É porque o muro é meu!!!
Conclusão: Se você não decidiu seguir a Deus então você está seguindo a Satanás. Não existe meio termo. Sinto dizer que o muro tem dono.
Pense nisso..."
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Pessoas em nossas vidas...
Selecionei uma coletânea de mensagens que recebi...
"O destino coloca as pessoas em nossas vidas, as atitudes decidem quem fica!"
"Aprendi que um sorriso é uma maneira econômica de melhorar teu aspecto."
"Aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda a felicidade está durante a subida."
"Aprendi que temos que aproveitar da viagem e não apenas pensar na chegada."
"O destino coloca as pessoas em nossas vidas, as atitudes decidem quem fica!"
"Aprendi que um sorriso é uma maneira econômica de melhorar teu aspecto."
"Aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda a felicidade está durante a subida."
"Aprendi que temos que aproveitar da viagem e não apenas pensar na chegada."
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Os mandamentos...
Um decálogo de mandamentos foram trazidos no Velho Testamento, os quais ainda são seguidos.
Jesus não veio para mudar a lei, mas aprimorou as leis deixando este mandamento: "Amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo".
Padre Luiz, certa vez, em sua homilia disse que dos dez mandamentos, dois eram para Deus e o restante para os Homens. Jesus, da mesma forma, colocou a primeira parte do seu mandamento para Deus e seguiu-se o restante para os Homens.
Os demais mandamentos tentam estabelecer regras de convivência entre o Homens, para diminuir o seu sofrimento nesta vida. Nem sempre, deixar de seguir os mandamentos irão desagradar a Deus, mas poderão magoar ou prejudicar o próximo.
O que entristecerá a Deus é toda e qualquer ação que possa afastar alguém do caminho da Salvação e essas ações devem ser as nossas preocupações.
Jesus não veio para mudar a lei, mas aprimorou as leis deixando este mandamento: "Amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo".
Padre Luiz, certa vez, em sua homilia disse que dos dez mandamentos, dois eram para Deus e o restante para os Homens. Jesus, da mesma forma, colocou a primeira parte do seu mandamento para Deus e seguiu-se o restante para os Homens.
Os demais mandamentos tentam estabelecer regras de convivência entre o Homens, para diminuir o seu sofrimento nesta vida. Nem sempre, deixar de seguir os mandamentos irão desagradar a Deus, mas poderão magoar ou prejudicar o próximo.
O que entristecerá a Deus é toda e qualquer ação que possa afastar alguém do caminho da Salvação e essas ações devem ser as nossas preocupações.
As Faces do Perdão...
O perdão possui três faces, a primeira é aquela quando eu perdoo alguém; a segunda, quando sou perdoado por alguém; e a terceira é quando eu me perdoo.
Em uma confissão comunitária, Padre Luiz, disse: "Deus perdoa sempre, os Homens algumas vezes, a Natureza jamais". Por essa razão, perdoar apesar de ser algo factível, pode não trazer marca alguma ou pode deixar uma cicatriz ou ainda alguma sequela. Normalmente as sequelas podem impedir o pleno perdão.
No filme "A Partida (Oscar de melhor filme estrangeiro)", temos a oportunidade de ver todas essas citadas faces do perdão, sempre envolvidas em nuances, como as citadas na confissão comunitária, que tornam esse perdão algo ainda mais complexo.
Nesse filme o ator principal, Daigo, é músico de uma orquestra que foi desfeita e por isso troca sua profissão por outra um tanto quanto polêmica. E, no desenrolar da estória, acaba não contando à sua esposa os detalhes do novo trabalho, que, por preconceito, abandona o esposo. Mais tarde, contudo, ele será perdoado por ela.
Em uma outra vertente de sua estória, Daigo é incapaz de perdoar o pai, que o abandonara quando criança. É quando recebe um telegrama no qual é notificado que seu pai, até então em lugar incerto, falecera. Depois de relutar um pouco, é convencido e resolve resgatar o corpo do pai em uma cidade de pescadores. Essa decisão marca o seu perdão ao pai.
E por esse gesto ele descobre que seu pai jamais esquecera o filho que um dia abandonara. Aquele pai, apesar de todo o sofrimento e arrependimento e toda saudade, não foi capaz de se perdoar e negou até a morte todo o amor que poderia ter recebido de seu filho, bem como todo o amor que poderia oferecer a ele, se, é claro, seu filho o perdoasse. Infelizmente, a incapacidade de perdoar os outros, de sermos perdoados pelos outros e ainda de perdoarmos a nós mesmos são as bolas de chumbos que se prendem aos nossos pés e nos deixam estagnados, sem que possamos avançar também no tempo. Retiram de nós a oportunidade de poder crescer e amadurecer.
Existem outros aspectos do perdão que são retratados em diferentes personagens, com os quais Daigo interage durante todo o filme, vislumbrados em seu árduo trabalho.
Eu vejo nessa ficção, tantas coincidências e analogias com o dia a dia, muitas revelações do nosso cotidiano e constato que há tanta oportunidade de amor desperdiçada, por orgulho, preconceito e outros tantos preceitos que nos distanciam das pessoas que amamos e de Deus.
O preciso entender sobre o que vem a ser o perdão, que ele representa a nossa própria libertação e continuidade para uma vida renovada, para que possamos prosseguir futuro a dentro. Dessas três faces, a mais importante é o perdão pessoal, tendo em vista que "Deus perdoa sempre...", os outros podem ou não nos perdoar, mas nós precisamos perdoar sempre, além dos nossos semelhantes, a nós mesmos (principalmente). Um perdoar humano, não precisa ser Divino. Perdoar é simplesmente não julgar, não condenar. Não significa uma nova oportunidade. Afinal, dar uma nova chance nada tem a ver com o perdão. A pessoa a quem perdoamos é que deve dar para si uma segunda chance. Repito, perdoar e segunda chance são coisas diferentes, ou como dizem: você pode perdoar, mas não necessariamente conciliar. Considero que perdoar é quase uma obrigação; conciliar é uma discricionariedade. Para mim, algo que só ocorre de pai para filho. Enfim, espero que você se perdoe e se dê uma segunda chance todas as vezes que errar. Conselho: faça isso e viva mais feliz! O mundo que não o perdoa já é punição mais que suficiente.
Em uma confissão comunitária, Padre Luiz, disse: "Deus perdoa sempre, os Homens algumas vezes, a Natureza jamais". Por essa razão, perdoar apesar de ser algo factível, pode não trazer marca alguma ou pode deixar uma cicatriz ou ainda alguma sequela. Normalmente as sequelas podem impedir o pleno perdão.
No filme "A Partida (Oscar de melhor filme estrangeiro)", temos a oportunidade de ver todas essas citadas faces do perdão, sempre envolvidas em nuances, como as citadas na confissão comunitária, que tornam esse perdão algo ainda mais complexo.
Nesse filme o ator principal, Daigo, é músico de uma orquestra que foi desfeita e por isso troca sua profissão por outra um tanto quanto polêmica. E, no desenrolar da estória, acaba não contando à sua esposa os detalhes do novo trabalho, que, por preconceito, abandona o esposo. Mais tarde, contudo, ele será perdoado por ela.
Em uma outra vertente de sua estória, Daigo é incapaz de perdoar o pai, que o abandonara quando criança. É quando recebe um telegrama no qual é notificado que seu pai, até então em lugar incerto, falecera. Depois de relutar um pouco, é convencido e resolve resgatar o corpo do pai em uma cidade de pescadores. Essa decisão marca o seu perdão ao pai.
E por esse gesto ele descobre que seu pai jamais esquecera o filho que um dia abandonara. Aquele pai, apesar de todo o sofrimento e arrependimento e toda saudade, não foi capaz de se perdoar e negou até a morte todo o amor que poderia ter recebido de seu filho, bem como todo o amor que poderia oferecer a ele, se, é claro, seu filho o perdoasse. Infelizmente, a incapacidade de perdoar os outros, de sermos perdoados pelos outros e ainda de perdoarmos a nós mesmos são as bolas de chumbos que se prendem aos nossos pés e nos deixam estagnados, sem que possamos avançar também no tempo. Retiram de nós a oportunidade de poder crescer e amadurecer.
Existem outros aspectos do perdão que são retratados em diferentes personagens, com os quais Daigo interage durante todo o filme, vislumbrados em seu árduo trabalho.
Eu vejo nessa ficção, tantas coincidências e analogias com o dia a dia, muitas revelações do nosso cotidiano e constato que há tanta oportunidade de amor desperdiçada, por orgulho, preconceito e outros tantos preceitos que nos distanciam das pessoas que amamos e de Deus.
O preciso entender sobre o que vem a ser o perdão, que ele representa a nossa própria libertação e continuidade para uma vida renovada, para que possamos prosseguir futuro a dentro. Dessas três faces, a mais importante é o perdão pessoal, tendo em vista que "Deus perdoa sempre...", os outros podem ou não nos perdoar, mas nós precisamos perdoar sempre, além dos nossos semelhantes, a nós mesmos (principalmente). Um perdoar humano, não precisa ser Divino. Perdoar é simplesmente não julgar, não condenar. Não significa uma nova oportunidade. Afinal, dar uma nova chance nada tem a ver com o perdão. A pessoa a quem perdoamos é que deve dar para si uma segunda chance. Repito, perdoar e segunda chance são coisas diferentes, ou como dizem: você pode perdoar, mas não necessariamente conciliar. Considero que perdoar é quase uma obrigação; conciliar é uma discricionariedade. Para mim, algo que só ocorre de pai para filho. Enfim, espero que você se perdoe e se dê uma segunda chance todas as vezes que errar. Conselho: faça isso e viva mais feliz! O mundo que não o perdoa já é punição mais que suficiente.
Existe diferença entre Fidelidade e Lealdade?
Na fidelidade eu sigo ou devo me submeter às regras de quem eu quero seguir.
A Igreja é um exemplo. Quem quiser segui-la deve respeitar os seus dogmas, preceitos, princípios e crenças e vivê-los conforme ela estabelece e dessa forma seremos considerados fiéis.
A fidelidade se liga a padrões de conduta ou mesmo padrões de qualidade. Um aparelho de som se diz de alta fidelidade, quando reproduz o som dentro dos padrões estabelecidos de qualidade. Se diz também de produtos fabricados que são fiéis a um padrão de mercado, norma, especificação ou convenção.
Já a lealdade não cobra regras pré-estabelecidas. Se eu quiser seguir a algum ente, será por meio de minhas crenças e eu mesmo estabelecerei as regras de como essa minha lealdade se promoverá.
Quando eu faço um juramento de defender a Pátria, na verdade, estou jurando lealdade, pois não importa como eu vou defendê-la. Eu a defenderei conforme os meus princípios e valores.
Vi certa vez em um desses filmes americanos, cujo tema era casamento, no qual os noivos escreviam em uma caderneta os seus votos, que seria como uma carta de intenções para a vida conjugal. Esse é o típico casamento no qual eu diria que os noivos são leais um ao outro, pois cada um estabelece as suas próprias intenções com as quais irão conduzir o matrimônio. Apesar de o outro poder concordar ou não com as intenções do seu futuro parceiro, você não dita as regras, mas, a princípio, avalia, discute e concorda com o que o outro estabelece em seus votos.
Por fim, a fidelidade é algo que só se materializa em meio físico e lealdade se materializa no campo espiritual. Uma pode durar a vida toda, a outra transcende a vida. A fidelidade é dedicada ao outro, ou seja, ser infiel é normalmente ferir a outra pessoa. A lealdade é reflexiva, ou seja, ser desleal é normalmente trair os próprios princípios e valores.
Veja melhor a respeito em Relacionamentos: Lealdade ou fidelidade? de Jacqueline Meireles - Psicóloga/Consultora
A Igreja é um exemplo. Quem quiser segui-la deve respeitar os seus dogmas, preceitos, princípios e crenças e vivê-los conforme ela estabelece e dessa forma seremos considerados fiéis.
A fidelidade se liga a padrões de conduta ou mesmo padrões de qualidade. Um aparelho de som se diz de alta fidelidade, quando reproduz o som dentro dos padrões estabelecidos de qualidade. Se diz também de produtos fabricados que são fiéis a um padrão de mercado, norma, especificação ou convenção.
Já a lealdade não cobra regras pré-estabelecidas. Se eu quiser seguir a algum ente, será por meio de minhas crenças e eu mesmo estabelecerei as regras de como essa minha lealdade se promoverá.
Quando eu faço um juramento de defender a Pátria, na verdade, estou jurando lealdade, pois não importa como eu vou defendê-la. Eu a defenderei conforme os meus princípios e valores.
Vi certa vez em um desses filmes americanos, cujo tema era casamento, no qual os noivos escreviam em uma caderneta os seus votos, que seria como uma carta de intenções para a vida conjugal. Esse é o típico casamento no qual eu diria que os noivos são leais um ao outro, pois cada um estabelece as suas próprias intenções com as quais irão conduzir o matrimônio. Apesar de o outro poder concordar ou não com as intenções do seu futuro parceiro, você não dita as regras, mas, a princípio, avalia, discute e concorda com o que o outro estabelece em seus votos.
Por fim, a fidelidade é algo que só se materializa em meio físico e lealdade se materializa no campo espiritual. Uma pode durar a vida toda, a outra transcende a vida. A fidelidade é dedicada ao outro, ou seja, ser infiel é normalmente ferir a outra pessoa. A lealdade é reflexiva, ou seja, ser desleal é normalmente trair os próprios princípios e valores.
Veja melhor a respeito em Relacionamentos: Lealdade ou fidelidade? de Jacqueline Meireles - Psicóloga/Consultora
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