terça-feira, 17 de abril de 2012
Como tomar decisões corretas...
Há quase um ano no Islands of Adventure, em Orlando, eu me vi frente a frente com aquela montanha russa dos meus sonhos: "The Incredible Hulk Coaster". Eu viajei de tão longe, depois de quase meio século e fiquei pensando que poderia ou não enfrentá-la... Para os jovens isso é fácil, mas isso não funciona assim para todo mundo... De qualquer forma, eu sabia que era meu dever pessoal pegar a fila, subir e sentir a emoção de fazer parte dessa aventura.
Às vezes tenho um sentimento igual a esse cada vez que mudo de cidade, mudo de trabalho, até mesmo em relação ao amor. As coisas acontecem mais ou menos assim: raramente acontecerá um desastre, uma fatalidade e a aventura poderá ser tão curta, passageira e, no entanto, será tão maravilhosa...
Assim são as tomadas de decisão em nossas vidas. Contudo, os medos envolvidos são um pouco diferentes. É a preocupação de não saber se estamos tomando a melhor decisão. Mesmo assim, depois de algum tempo percebe-se que o que torna uma decisão certa ou errada é quando se usa a razão sem temperar com o coração e depois disso a decisão sobre a direção para onde devemos jogar o nosso foco de luz. Não podemos ficar a iluminar o que ficou no passado, é preciso aproveita melhor essa energia. É preciso decidir pelo que gostamos e nos faz bem. O que vai nos conduzir ao sucesso é a maneira como conduzimos a nossa decisão. Ela é apenas o primeiro passo. Tudo que segue adiante é que vai transformá-la em sucesso. É preciso fazer acontecer e transformar nosso caminho todos os dias. Plantar flores onde não existam, regar os locais em que seja necessário e pintar as calçadas desbotadas. Construir pontes e jogar fora o que estiver só fazendo peso na mochila. O sucesso é construído, não está pronto.
O que fica para trás alimenta saudades e experiência de vida, porém deve se andar para a frente. Não é ficar parado, nem tão pouco tentar mudar o que não pode mais ser reescrito.
No filme “De volta para o futuro”, ao retornar ao presente, uma folha escrita trazida do futuro está em branco, ao que o doutor Brown observa: “o futuro não está escrito”.
O livro da vida tem páginas parcialmente em branco. Deus escreve e muitas pessoas também nele leem e escrevem. Porém, há muitos espaços em branco a espera de sua caligrafia.
O futuro é como a música: “é preciso alinhavar as notas com engenho e arte”.
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