Depois do lastimoso resultado no concurso para o Senado, resolvi exercitar melhor o meu inglês. Resolvi ler um artigo em língua inglesa todos os dias para ajudar a melhorar o meu vocabulário.
Objetivo determinado, escolhi a internet como ferramenta para essa ação (é óbvio que eu escolheria a internet...). Dentre várias possibilidades, resolvi consultar o The New York Times (http://www.nytimes.com/), que além de ter uma série de assuntos da atualidade, também está na preferência das bancas examinadoras.
Na primeira reportagem que escolhi - selecionei uma reportagem completa - e comecei a fazer a leitura. Logicamente, algumas palavras, para não dizer muitas, estavam fora do meu entendimento. Meu inglês não é ruim, porém, é um inglês basicamente técnico de informática e parece que nesse caso, esses termos técnicos não mudam jamais e fica fácil interpretar um manual, porém, só permite uma vaga ideia sobre o conteúdo de uma notícia. Ou seja, esse inglês não sobrevive a textos, por exemplo, da literatura inglesa.
Para começar a traduzir o que estava obscuro, efetuei um duplo clique na primeira palavra desconhecida. O propósito era copiá-la e utilizá-la no Google Tradutor. E eis que para minha surpresa, surge um balão com uma interrogação sobre a palavra selecionada. O que seria aquilo? Sem dúvida alguma cliquei sobre o misterioso balão e... para minha surpresa, abriu-se em uma nova janela um dicionário explicando exatamente a palavra que selecionei. E, é claro, o que é melhor, em inglês. A contextualização da palavra feita em inglês. Adeus ao pesado dicionário em papel. Viva o dicionário ecologicamente melhor!
Pois bem, parte dos meus problemas resolvidos e uma grande missão pela frente... Nem tudo pode ser tão perfeito. Faltou ler algumas entrelinhas (em inglês) e lá pelo décimo primeiro dia tudo isso parou e surge uma mensagem dizendo que eu teria direito a leitura de apenas dez artigos mensais. Pois bem, por mais noventa e nove "cents" poderia ter livre acesso por umas quatro semanas. Mas depois disso passaria para mais ou menos três dólares e setenta e cinco centavos por semana. Não deixa de ser um bom preço para uma excelente ferramenta de apoio ao aprendizado de inglês.
Como o acesso é por IP durante dez dias tenho acessado do trabalho e outros dez dias de casa. Com isso dá ainda para economizar algum dinheiro e ficar dez dias descansando ou visitar outros endereços como o The Economist ou Times.
Boa leitura!
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