Há alguns dias li um pensamento que para Deus não existia a palavra Esperança, pois Ele tudo sabe.
A parábola do Joio e do Trigo tem dentro de si um paradoxo que pode desmentir a frase anterior.
Para Deus o joio já nasce joio e o trigo já nasce trigo. Geneticamente, o que cabe a cada uma das plantinhas, já está determinada e não poderá ser mudada.
Contudo, Deus nos dá o livre arbítrio e nos permite contemplar as nossas existências: a minha, a sua e todos os seres humanos.
Então, ao visionar com olhos Humanos, nossas ações, à luz do livre arbítrio, irão determinar se seremos joio ou trigo. Eu tenho fé que nós ainda podemos escolher ser joio ou trigo.
Por isso, na parábola, o Senhor não permite que se tente retirar o joio do trigo até o tempo da colheita, porque ambos no começo são muito parecidos e só no final é que isso ficará visível. Ou seja, Deus respeita o nosso tempo de maturação para que possamos fazer a nossa escolha.
Se tudo já está estabelecido, então, por que temos que passar por tudo isso?
É difícil saber ao certo o que está no plano de Deus, mas deve ter alguma coisa a ver com a nossa existência. Cada um de nós em particular precisava ter existido para dar testemunho de que o universo existiu. O universo só existe, porque você existe.
Dizem que um meteoro gigantesco acabou com os dinossauros há milhões de anos... Você viu? Eu não vi. O que eu sei é que o Universo que ronda neste instante os meus sentidos, esse existe
sexta-feira, 24 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
O Poder da Internet na Busca do Conhecimento
Um amigo meu compartilhou uma foto de sua amiga no Facebook. Como faço parte de sua rede, eu vi a foto ao lado e li o que estava escrito na camiseta do ator: "I'm Gandalf and Magneto. Get over it!". E pensei erroneamente por que não estava ali citado Dumbledore nos dizeres da camisa. Fui no Google, é claro! Pesquisei por Gandalf Magneto, para descobrir o nome do ator. Sei quais são os filmes, mas não sei o nome do ator... Sinto muito!
Ora, ora! Descobri duas coisas: o nome do ator é Ian McKellen e que o que estava escrito na camiseta estava adulterado. Ian McKellen havia participado de um protesto quando da visita do Papa Bento XVI à Inglaterra. A frase originalmente era: "Some people are gay. Get over it!".
O sítio estava em inglês, o qual traduzi com o uso do Google Tradutor, hehehe!
Por fim, também, em outras referências, descobri que o ator fica irritado ao ser confundido com Michael Gambon, que faz Dumbledore, na franquia Harry Potter, depois da morte de Richard Harris.
Em tempo, fiquei em dúvida sobre o uso do porque, por que, porquê e por quê. Logo pesquisei no Google e elegi um endereço confiável como o UOL Educação e lá eu me esclareci quanto ao correto uso.
A Internet mudou a forma de aprender e o comportamento de aprender e pesquisar.
No exemplo acima, de um fato isolado, talvez irrelevante para muitos, que no entanto, demonstra o poder da pesquisa e a velocidade de se obter uma resposta com o uso da Internet. Como ela pode agregar valor e contextualizar muito mais poderosamente, muitas vezes, de uma forma totalmente diferente daquela que inicialmente se pretendia.
Marcadores:
Conhecimento Internet facebook ian McKellen
terça-feira, 14 de junho de 2011
Coisas boas estão por acontecer...
Quando ouço a música Eduardo e Mônica (Legião Urbana) encontro algumas semelhanças com a minha trajetória e mesmo sendo poucas as coincidências, ainda assim, eu me identifico na letra. É como se fosse um mapa astral, na qual encontramos e guardamos para nós as coisas boas que dizem de nós e as coisas boas que queremos que digam de nós.
Há muitos anos eu também tive a minha "Mônica", na qual coincidem trechos como quando ela queria ver um filme do Godard e num outro em que ela gostava do Bandeira, do Bauhaus, de Van Gogh, Mutantes, Caetano e de Rimbaud.
Faz tanto tempo que mal me lembro dos detalhes, das referências artísticas. As personalidades mudam um pouco, mas a essência é quase a mesma.
Lembro certa vez de ter dormido no longo e tedioso filme "E o vento levou...". Trauma ou não, a verdade é que até hoje não assisti à tão famosa película. Em outra ocasião também fui ver Gandhi e sinceramente, meu (baixo) nível cultural à época me permitia apreciar somente Alien, Indiana Jones, De Volta Para o Futuro, Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas e assim por diante...
A maturidade vem com o tempo (muito tempo depois, acho que ainda está fazendo download...), mas a criança e o adolescente não foram embora e nem irão jamais. Ainda me divirto muito com esses filmes. Adoro acompanhar toda a saga de Harry Potter com meus filhos. Mas aprecio todas essas outras criações ditas "cult", assim como aprecio peças de teatro, musicais, telas, orquestras sinfônicas e tantas outras manifestações artísticas. Gosto, mas ainda é cedo para dizer: "eu entendo ou eu conheço".
De tantas oportunidades de conhecimento que a minha "Mônica" me deixou, eu carrego apenas uma única frase que li no filme Reds, não esse que surgiu agora com o Bruce Willis, mas um que retrata a vida do jornalista John Reed, no período da Revolução Russa. Impressionante a minha memória? Para quem não gostava desses filmes, não é mesmo? Pois é, isso é o milagre do Google, o meu oráculo que a tudo responde. Hehehe!
Mas, voltando à frase... No início do filme existem diversas citações e uma delas dizia: "Coisas boas estão por acontecer em nossas vidas... Basta lutar um pouquinho por elas..."
Considero essa frase próxima daquela frase de Santo Agostinho: "... Deus não te salva sem ti..."
Se você é filho de Deus, faça a sua parte, pois Deus sempre fará a parte dEle.
Há muitos anos eu também tive a minha "Mônica", na qual coincidem trechos como quando ela queria ver um filme do Godard e num outro em que ela gostava do Bandeira, do Bauhaus, de Van Gogh, Mutantes, Caetano e de Rimbaud.
Faz tanto tempo que mal me lembro dos detalhes, das referências artísticas. As personalidades mudam um pouco, mas a essência é quase a mesma.
Lembro certa vez de ter dormido no longo e tedioso filme "E o vento levou...". Trauma ou não, a verdade é que até hoje não assisti à tão famosa película. Em outra ocasião também fui ver Gandhi e sinceramente, meu (baixo) nível cultural à época me permitia apreciar somente Alien, Indiana Jones, De Volta Para o Futuro, Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas e assim por diante...
A maturidade vem com o tempo (muito tempo depois, acho que ainda está fazendo download...), mas a criança e o adolescente não foram embora e nem irão jamais. Ainda me divirto muito com esses filmes. Adoro acompanhar toda a saga de Harry Potter com meus filhos. Mas aprecio todas essas outras criações ditas "cult", assim como aprecio peças de teatro, musicais, telas, orquestras sinfônicas e tantas outras manifestações artísticas. Gosto, mas ainda é cedo para dizer: "eu entendo ou eu conheço".
De tantas oportunidades de conhecimento que a minha "Mônica" me deixou, eu carrego apenas uma única frase que li no filme Reds, não esse que surgiu agora com o Bruce Willis, mas um que retrata a vida do jornalista John Reed, no período da Revolução Russa. Impressionante a minha memória? Para quem não gostava desses filmes, não é mesmo? Pois é, isso é o milagre do Google, o meu oráculo que a tudo responde. Hehehe!
Mas, voltando à frase... No início do filme existem diversas citações e uma delas dizia: "Coisas boas estão por acontecer em nossas vidas... Basta lutar um pouquinho por elas..."
Considero essa frase próxima daquela frase de Santo Agostinho: "... Deus não te salva sem ti..."
Se você é filho de Deus, faça a sua parte, pois Deus sempre fará a parte dEle.
Marcadores:
Coisas boas Deus não te salva sem ti acontecer
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Educar não é tão simples...
Quando penso em realizações, penso em duas situações: as que efetivamente foram realizadas e as que nunca aconteceram.
Quando avalio realizações, encontro dois tipos: as que deram certo e as que foram feitas erradas.
Quando procuro entender as erradas, eu me defronto com dois problemas: as culposas, aquelas sem intenção de errar ou feitas na melhor das intenções, e as dolosas, feitas de má fé ou que envolvem a pior das intenções.
Quando vejo a Internet, vislumbro exatamente o foco no qual um país deve direcionar sua educação: "capacitar seu povo a fazer boas escolhas".
A Internet, hoje, assim como todos os meios de comunicação, possui todo o tipo de informação: boa, falsa, tendenciosa, imparcial, importante, desnecessária e tantas outras classificações.
Hoje, o valor da informação não se encontra mais nela e sim no ser humano que a utiliza, que sabe usá-la com sabedoria e com responsabilidade. A informação é como a energia nuclear, pode ser útil ou pode se transformar em uma bomba.
A informação é algo tão sensível que, mesmo sendo usada para o bem, pode apresentar efeitos colaterais.
Capacitar pessoas para fazer escolhas é ensiná-las a tomar suas próprias decisões. É fazer com que elas se preocupem com as desigualdades no acesso às informações, aumento da competividade, aumento da produtividade, valorização do trabalho e senso crítico. Um povo esclarecido raramente será manipulado ou enganado e respeitará a democracia. Terá plena consciência de suas responsabilidades e deveres. Dará legitimidade constitucional ao acesso e aos direitos de seus semelhantes.
Na verdade, a responsabilidade crítica fará muito mais que permitir escolher um candidato ou saber em quem votar. Ela fará com que os cidadãos, na paz, saibam conduzir os candidatos eleitos às soluções, que o país precisa para melhorar a qualidade de vida do povo em geral, da maneira mais digna, da forma mais duradoura, na intenção mais abrangente e justa possível.
Quando analiso a Internet como veículo de democracia, percebo que ela não está disponível para todos. Quando está disponível, ainda falta conhecimento aos que tem acesso em saber como utilizá-la com excelência.
Aos que sabem utilizá-la com excelência, ainda falta o discernimento de filtrar as falsas das verdadeiras informações, as boas das más informações, as importantes das que são lixo.
Aos que sabem filtrar ainda pode faltar-lhes a plena capacidade de produzir novos conhecimentos, agregar valor e ser um formador de opinião. Afinal, a este é dado o dom da sabedoria e seu dever é levar a compreensão aos demais, democratizando o conhecimento para a construção de uma sociedade melhor, mais desenvolvida e mais evoluída.
Logo, os níveis de desenvolvimento passam por diversos estágios. Antes de saber educar, é preciso saber como educar, mas como educar é uma ação que já existe e está em constante mudança, pois diversos são os aspectos da educação: abrangência territorial, faixa etária ou de renda, história, família, urbanidade ou ruralidade, etnias, acessibilidade. São tantos aspectos, conforme a diversidade de um povo.
O grau de esclarecimento de um povo reflete a sua educação. A sua educação pode ser medida por suas realizações e, principalmente, pela qualidade das suas realizações. Oriundas do seu senso crítico, da capacidade de escolher, da análise e da compreensão, do acesso às informações, da possibilidade de ler e entender.
Por fim, na possibilidade de ter acesso a um educador. Um educador digno e capaz, satisfeito e convicto de sua missão.
Educar não é tão simples, mas é um bom começo.
Quando avalio realizações, encontro dois tipos: as que deram certo e as que foram feitas erradas.
Quando procuro entender as erradas, eu me defronto com dois problemas: as culposas, aquelas sem intenção de errar ou feitas na melhor das intenções, e as dolosas, feitas de má fé ou que envolvem a pior das intenções.
Quando vejo a Internet, vislumbro exatamente o foco no qual um país deve direcionar sua educação: "capacitar seu povo a fazer boas escolhas".
A Internet, hoje, assim como todos os meios de comunicação, possui todo o tipo de informação: boa, falsa, tendenciosa, imparcial, importante, desnecessária e tantas outras classificações.
Hoje, o valor da informação não se encontra mais nela e sim no ser humano que a utiliza, que sabe usá-la com sabedoria e com responsabilidade. A informação é como a energia nuclear, pode ser útil ou pode se transformar em uma bomba.
A informação é algo tão sensível que, mesmo sendo usada para o bem, pode apresentar efeitos colaterais.
Capacitar pessoas para fazer escolhas é ensiná-las a tomar suas próprias decisões. É fazer com que elas se preocupem com as desigualdades no acesso às informações, aumento da competividade, aumento da produtividade, valorização do trabalho e senso crítico. Um povo esclarecido raramente será manipulado ou enganado e respeitará a democracia. Terá plena consciência de suas responsabilidades e deveres. Dará legitimidade constitucional ao acesso e aos direitos de seus semelhantes.
Na verdade, a responsabilidade crítica fará muito mais que permitir escolher um candidato ou saber em quem votar. Ela fará com que os cidadãos, na paz, saibam conduzir os candidatos eleitos às soluções, que o país precisa para melhorar a qualidade de vida do povo em geral, da maneira mais digna, da forma mais duradoura, na intenção mais abrangente e justa possível.
Quando analiso a Internet como veículo de democracia, percebo que ela não está disponível para todos. Quando está disponível, ainda falta conhecimento aos que tem acesso em saber como utilizá-la com excelência.
Aos que sabem utilizá-la com excelência, ainda falta o discernimento de filtrar as falsas das verdadeiras informações, as boas das más informações, as importantes das que são lixo.
Aos que sabem filtrar ainda pode faltar-lhes a plena capacidade de produzir novos conhecimentos, agregar valor e ser um formador de opinião. Afinal, a este é dado o dom da sabedoria e seu dever é levar a compreensão aos demais, democratizando o conhecimento para a construção de uma sociedade melhor, mais desenvolvida e mais evoluída.
Logo, os níveis de desenvolvimento passam por diversos estágios. Antes de saber educar, é preciso saber como educar, mas como educar é uma ação que já existe e está em constante mudança, pois diversos são os aspectos da educação: abrangência territorial, faixa etária ou de renda, história, família, urbanidade ou ruralidade, etnias, acessibilidade. São tantos aspectos, conforme a diversidade de um povo.
O grau de esclarecimento de um povo reflete a sua educação. A sua educação pode ser medida por suas realizações e, principalmente, pela qualidade das suas realizações. Oriundas do seu senso crítico, da capacidade de escolher, da análise e da compreensão, do acesso às informações, da possibilidade de ler e entender.
Por fim, na possibilidade de ter acesso a um educador. Um educador digno e capaz, satisfeito e convicto de sua missão.
Educar não é tão simples, mas é um bom começo.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A Parábola da Indecisão...
Recebi a seguinte parábola por meio de um e-mail...
"Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo. O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
- Hei, desce do muro agora... Vem pra cá!!!!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
-É porque o muro é meu!!!
Conclusão: Se você não decidiu seguir a Deus então você está seguindo a Satanás. Não existe meio termo. Sinto dizer que o muro tem dono.
Pense nisso..."
"Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo. O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
- Hei, desce do muro agora... Vem pra cá!!!!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
-É porque o muro é meu!!!
Conclusão: Se você não decidiu seguir a Deus então você está seguindo a Satanás. Não existe meio termo. Sinto dizer que o muro tem dono.
Pense nisso..."
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Pessoas em nossas vidas...
Selecionei uma coletânea de mensagens que recebi...
"O destino coloca as pessoas em nossas vidas, as atitudes decidem quem fica!"
"Aprendi que um sorriso é uma maneira econômica de melhorar teu aspecto."
"Aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda a felicidade está durante a subida."
"Aprendi que temos que aproveitar da viagem e não apenas pensar na chegada."
"O destino coloca as pessoas em nossas vidas, as atitudes decidem quem fica!"
"Aprendi que um sorriso é uma maneira econômica de melhorar teu aspecto."
"Aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda a felicidade está durante a subida."
"Aprendi que temos que aproveitar da viagem e não apenas pensar na chegada."
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Os mandamentos...
Um decálogo de mandamentos foram trazidos no Velho Testamento, os quais ainda são seguidos.
Jesus não veio para mudar a lei, mas aprimorou as leis deixando este mandamento: "Amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo".
Padre Luiz, certa vez, em sua homilia disse que dos dez mandamentos, dois eram para Deus e o restante para os Homens. Jesus, da mesma forma, colocou a primeira parte do seu mandamento para Deus e seguiu-se o restante para os Homens.
Os demais mandamentos tentam estabelecer regras de convivência entre o Homens, para diminuir o seu sofrimento nesta vida. Nem sempre, deixar de seguir os mandamentos irão desagradar a Deus, mas poderão magoar ou prejudicar o próximo.
O que entristecerá a Deus é toda e qualquer ação que possa afastar alguém do caminho da Salvação e essas ações devem ser as nossas preocupações.
Jesus não veio para mudar a lei, mas aprimorou as leis deixando este mandamento: "Amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo".
Padre Luiz, certa vez, em sua homilia disse que dos dez mandamentos, dois eram para Deus e o restante para os Homens. Jesus, da mesma forma, colocou a primeira parte do seu mandamento para Deus e seguiu-se o restante para os Homens.
Os demais mandamentos tentam estabelecer regras de convivência entre o Homens, para diminuir o seu sofrimento nesta vida. Nem sempre, deixar de seguir os mandamentos irão desagradar a Deus, mas poderão magoar ou prejudicar o próximo.
O que entristecerá a Deus é toda e qualquer ação que possa afastar alguém do caminho da Salvação e essas ações devem ser as nossas preocupações.
As Faces do Perdão...
O perdão possui três faces, a primeira é aquela quando eu perdoo alguém; a segunda, quando sou perdoado por alguém; e a terceira é quando eu me perdoo.
Em uma confissão comunitária, Padre Luiz, disse: "Deus perdoa sempre, os Homens algumas vezes, a Natureza jamais". Por essa razão, perdoar apesar de ser algo factível, pode não trazer marca alguma ou pode deixar uma cicatriz ou ainda alguma sequela. Normalmente as sequelas podem impedir o pleno perdão.
No filme "A Partida (Oscar de melhor filme estrangeiro)", temos a oportunidade de ver todas essas citadas faces do perdão, sempre envolvidas em nuances, como as citadas na confissão comunitária, que tornam esse perdão algo ainda mais complexo.
Nesse filme o ator principal, Daigo, é músico de uma orquestra que foi desfeita e por isso troca sua profissão por outra um tanto quanto polêmica. E, no desenrolar da estória, acaba não contando à sua esposa os detalhes do novo trabalho, que, por preconceito, abandona o esposo. Mais tarde, contudo, ele será perdoado por ela.
Em uma outra vertente de sua estória, Daigo é incapaz de perdoar o pai, que o abandonara quando criança. É quando recebe um telegrama no qual é notificado que seu pai, até então em lugar incerto, falecera. Depois de relutar um pouco, é convencido e resolve resgatar o corpo do pai em uma cidade de pescadores. Essa decisão marca o seu perdão ao pai.
E por esse gesto ele descobre que seu pai jamais esquecera o filho que um dia abandonara. Aquele pai, apesar de todo o sofrimento e arrependimento e toda saudade, não foi capaz de se perdoar e negou até a morte todo o amor que poderia ter recebido de seu filho, bem como todo o amor que poderia oferecer a ele, se, é claro, seu filho o perdoasse. Infelizmente, a incapacidade de perdoar os outros, de sermos perdoados pelos outros e ainda de perdoarmos a nós mesmos são as bolas de chumbos que se prendem aos nossos pés e nos deixam estagnados, sem que possamos avançar também no tempo. Retiram de nós a oportunidade de poder crescer e amadurecer.
Existem outros aspectos do perdão que são retratados em diferentes personagens, com os quais Daigo interage durante todo o filme, vislumbrados em seu árduo trabalho.
Eu vejo nessa ficção, tantas coincidências e analogias com o dia a dia, muitas revelações do nosso cotidiano e constato que há tanta oportunidade de amor desperdiçada, por orgulho, preconceito e outros tantos preceitos que nos distanciam das pessoas que amamos e de Deus.
O preciso entender sobre o que vem a ser o perdão, que ele representa a nossa própria libertação e continuidade para uma vida renovada, para que possamos prosseguir futuro a dentro. Dessas três faces, a mais importante é o perdão pessoal, tendo em vista que "Deus perdoa sempre...", os outros podem ou não nos perdoar, mas nós precisamos perdoar sempre, além dos nossos semelhantes, a nós mesmos (principalmente). Um perdoar humano, não precisa ser Divino. Perdoar é simplesmente não julgar, não condenar. Não significa uma nova oportunidade. Afinal, dar uma nova chance nada tem a ver com o perdão. A pessoa a quem perdoamos é que deve dar para si uma segunda chance. Repito, perdoar e segunda chance são coisas diferentes, ou como dizem: você pode perdoar, mas não necessariamente conciliar. Considero que perdoar é quase uma obrigação; conciliar é uma discricionariedade. Para mim, algo que só ocorre de pai para filho. Enfim, espero que você se perdoe e se dê uma segunda chance todas as vezes que errar. Conselho: faça isso e viva mais feliz! O mundo que não o perdoa já é punição mais que suficiente.
Em uma confissão comunitária, Padre Luiz, disse: "Deus perdoa sempre, os Homens algumas vezes, a Natureza jamais". Por essa razão, perdoar apesar de ser algo factível, pode não trazer marca alguma ou pode deixar uma cicatriz ou ainda alguma sequela. Normalmente as sequelas podem impedir o pleno perdão.
No filme "A Partida (Oscar de melhor filme estrangeiro)", temos a oportunidade de ver todas essas citadas faces do perdão, sempre envolvidas em nuances, como as citadas na confissão comunitária, que tornam esse perdão algo ainda mais complexo.
Nesse filme o ator principal, Daigo, é músico de uma orquestra que foi desfeita e por isso troca sua profissão por outra um tanto quanto polêmica. E, no desenrolar da estória, acaba não contando à sua esposa os detalhes do novo trabalho, que, por preconceito, abandona o esposo. Mais tarde, contudo, ele será perdoado por ela.
Em uma outra vertente de sua estória, Daigo é incapaz de perdoar o pai, que o abandonara quando criança. É quando recebe um telegrama no qual é notificado que seu pai, até então em lugar incerto, falecera. Depois de relutar um pouco, é convencido e resolve resgatar o corpo do pai em uma cidade de pescadores. Essa decisão marca o seu perdão ao pai.
E por esse gesto ele descobre que seu pai jamais esquecera o filho que um dia abandonara. Aquele pai, apesar de todo o sofrimento e arrependimento e toda saudade, não foi capaz de se perdoar e negou até a morte todo o amor que poderia ter recebido de seu filho, bem como todo o amor que poderia oferecer a ele, se, é claro, seu filho o perdoasse. Infelizmente, a incapacidade de perdoar os outros, de sermos perdoados pelos outros e ainda de perdoarmos a nós mesmos são as bolas de chumbos que se prendem aos nossos pés e nos deixam estagnados, sem que possamos avançar também no tempo. Retiram de nós a oportunidade de poder crescer e amadurecer.
Existem outros aspectos do perdão que são retratados em diferentes personagens, com os quais Daigo interage durante todo o filme, vislumbrados em seu árduo trabalho.
Eu vejo nessa ficção, tantas coincidências e analogias com o dia a dia, muitas revelações do nosso cotidiano e constato que há tanta oportunidade de amor desperdiçada, por orgulho, preconceito e outros tantos preceitos que nos distanciam das pessoas que amamos e de Deus.
O preciso entender sobre o que vem a ser o perdão, que ele representa a nossa própria libertação e continuidade para uma vida renovada, para que possamos prosseguir futuro a dentro. Dessas três faces, a mais importante é o perdão pessoal, tendo em vista que "Deus perdoa sempre...", os outros podem ou não nos perdoar, mas nós precisamos perdoar sempre, além dos nossos semelhantes, a nós mesmos (principalmente). Um perdoar humano, não precisa ser Divino. Perdoar é simplesmente não julgar, não condenar. Não significa uma nova oportunidade. Afinal, dar uma nova chance nada tem a ver com o perdão. A pessoa a quem perdoamos é que deve dar para si uma segunda chance. Repito, perdoar e segunda chance são coisas diferentes, ou como dizem: você pode perdoar, mas não necessariamente conciliar. Considero que perdoar é quase uma obrigação; conciliar é uma discricionariedade. Para mim, algo que só ocorre de pai para filho. Enfim, espero que você se perdoe e se dê uma segunda chance todas as vezes que errar. Conselho: faça isso e viva mais feliz! O mundo que não o perdoa já é punição mais que suficiente.
Existe diferença entre Fidelidade e Lealdade?
Na fidelidade eu sigo ou devo me submeter às regras de quem eu quero seguir.
A Igreja é um exemplo. Quem quiser segui-la deve respeitar os seus dogmas, preceitos, princípios e crenças e vivê-los conforme ela estabelece e dessa forma seremos considerados fiéis.
A fidelidade se liga a padrões de conduta ou mesmo padrões de qualidade. Um aparelho de som se diz de alta fidelidade, quando reproduz o som dentro dos padrões estabelecidos de qualidade. Se diz também de produtos fabricados que são fiéis a um padrão de mercado, norma, especificação ou convenção.
Já a lealdade não cobra regras pré-estabelecidas. Se eu quiser seguir a algum ente, será por meio de minhas crenças e eu mesmo estabelecerei as regras de como essa minha lealdade se promoverá.
Quando eu faço um juramento de defender a Pátria, na verdade, estou jurando lealdade, pois não importa como eu vou defendê-la. Eu a defenderei conforme os meus princípios e valores.
Vi certa vez em um desses filmes americanos, cujo tema era casamento, no qual os noivos escreviam em uma caderneta os seus votos, que seria como uma carta de intenções para a vida conjugal. Esse é o típico casamento no qual eu diria que os noivos são leais um ao outro, pois cada um estabelece as suas próprias intenções com as quais irão conduzir o matrimônio. Apesar de o outro poder concordar ou não com as intenções do seu futuro parceiro, você não dita as regras, mas, a princípio, avalia, discute e concorda com o que o outro estabelece em seus votos.
Por fim, a fidelidade é algo que só se materializa em meio físico e lealdade se materializa no campo espiritual. Uma pode durar a vida toda, a outra transcende a vida. A fidelidade é dedicada ao outro, ou seja, ser infiel é normalmente ferir a outra pessoa. A lealdade é reflexiva, ou seja, ser desleal é normalmente trair os próprios princípios e valores.
Veja melhor a respeito em Relacionamentos: Lealdade ou fidelidade? de Jacqueline Meireles - Psicóloga/Consultora
A Igreja é um exemplo. Quem quiser segui-la deve respeitar os seus dogmas, preceitos, princípios e crenças e vivê-los conforme ela estabelece e dessa forma seremos considerados fiéis.
A fidelidade se liga a padrões de conduta ou mesmo padrões de qualidade. Um aparelho de som se diz de alta fidelidade, quando reproduz o som dentro dos padrões estabelecidos de qualidade. Se diz também de produtos fabricados que são fiéis a um padrão de mercado, norma, especificação ou convenção.
Já a lealdade não cobra regras pré-estabelecidas. Se eu quiser seguir a algum ente, será por meio de minhas crenças e eu mesmo estabelecerei as regras de como essa minha lealdade se promoverá.
Quando eu faço um juramento de defender a Pátria, na verdade, estou jurando lealdade, pois não importa como eu vou defendê-la. Eu a defenderei conforme os meus princípios e valores.
Vi certa vez em um desses filmes americanos, cujo tema era casamento, no qual os noivos escreviam em uma caderneta os seus votos, que seria como uma carta de intenções para a vida conjugal. Esse é o típico casamento no qual eu diria que os noivos são leais um ao outro, pois cada um estabelece as suas próprias intenções com as quais irão conduzir o matrimônio. Apesar de o outro poder concordar ou não com as intenções do seu futuro parceiro, você não dita as regras, mas, a princípio, avalia, discute e concorda com o que o outro estabelece em seus votos.
Por fim, a fidelidade é algo que só se materializa em meio físico e lealdade se materializa no campo espiritual. Uma pode durar a vida toda, a outra transcende a vida. A fidelidade é dedicada ao outro, ou seja, ser infiel é normalmente ferir a outra pessoa. A lealdade é reflexiva, ou seja, ser desleal é normalmente trair os próprios princípios e valores.
Veja melhor a respeito em Relacionamentos: Lealdade ou fidelidade? de Jacqueline Meireles - Psicóloga/Consultora
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