Que as pessoas mudam. Que algumas pessoas nunca mudam. Outras enganam, todas mentem e raramente são sinceras.
Que não existe explicação para tudo. Que não precisamos de explicações. Que o mundo seria mais justo gastar mais tempo tentando fazer o certo. O mundo seria melhor se houvesse mais atitude.
Que existem bons momentos. Que os maus momentos são inevitáveis. Que a única maneira de não perder alguém é que nos percam primeiro. E que tudo na vida passa.
Carinho e amizade são coisas que se vivem, mas precisam ser construídas. E todos os dias precisam de água para permanecerem vivas e floresceram e darem frutos.
O resto é lembrança. E que quando elas brotarem, que sejam boas, que tenha valido a pena.
Entender as pessoas é como respeitá-las, mas não significa aceitá-las como elas são.
Ser amigo é entender. É antes de tudo ser sincero, principalmente sincero consigo mesmo.
A vida é muito curta e as pessoas deveriam sair um pouco da roda viva que as carrega. Da zona de conforto que conquistaram.
Todos deveriam tirar alguns minutos todos os dias, não custa nada, para refletir.
Deveriam se perguntar: quem eu sou? o que vim fazer nesta vida? para onde vou?
Avaliar se estamos fazendo as coisas certas e corrigir a rota, se necessário.
Deveriam acumular o suficiente para viver uma única vida a que temos direito, sem tirar de outro. Ou pelo menos, amenizar com o muito que nos sobra.
Nada valem os talentos que recebemos, se não forem multiplicados. Multiplicar não é o mesmo que acumular.
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