terça-feira, 18 de setembro de 2007
A sala de estar...
Clara manhã, repleta de luz e de sol.
Clara manhã, que esperei e de tanto esperar, o tempo não passou.
Foram longas as horas que senti e em minha poltrona, sei lá, se predileta ou a única coisa que restara.
De qualquer forma, é de onde poderia fazer vigília sem me cansar, sem despertar atenção.
Sentei-me como um rei, que era dono do mundo e, no entanto, se enfraquecia com o passar das horas, quando os minutos sufocavam as últimas emoções antes da hora marcada.
Parte de mim perdia as esperanças, calçava sapatos para a partida.
Agora não podia mais esperar, era hora de sair.
Eram tantos sonhos esgotados.
Uma saudade imensa era a única coisa que invadia porta a dentro.
Porém, sem me queixar, acolhia as dores de saber que não mais virias.
Nenhum pranto se fez, até a hora que chegaste.
Senti então sorrir o coração ao descompasso.
O sonho terminara e a realidade invadia a tão iluminada sala de espera, sala de estar, a sala do encontro.
Foi então que tudo começou...
97888011
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