terça-feira, 18 de setembro de 2007

A minha verdade...

A minha verdade não é a sua verdade, contudo, se torna essencial, nesta vida, o exercício da reflexão para cada estímulo que recebemos. Parar um pouco e repensar, colocar em xeque, presentear-nos com o questionamento, com a dúvida, com a hesitação. As certezas não agregam valor, mas nossas decisões, sim.
Por isso, é imprescindível viver a vida intensamente, para perceber e entender o valor de cada acontecimento, pois nada acontece à toa. É fruto da Física, do Homem ou de Deus. Os fenômenos físicos são de certa forma previsíveis. Como Homem, eu devo fazer acontecer. O livre arbítrio é a minha maior contribuição. Agora, se for fruto do plano de Deus... Que benção!
Isso não significa ficar procurando explicações intermináveis para tudo que nos aconteceu. Não, não é isso! O passado é imutável. As explicações devem permear nossas escolhas quanto ao caminho a seguir, dar prosseguimento ao curso da história que estamos escrevendo. Viver é um exercício que se executa no presente, com olhos no futuro. Com a bagagem leve, porém trazendo tudo que continuamos a eleger como indispensável, depois dessa nossa pequena meditação, de nossas considerações.
Não se esqueça que viver é antes de tudo algo gratificante. Uma diversão.
Algumas pessoas de manhã escolhem o que irão vestir. Outras também escolhem qual o seu humor para este dia, que alegria irradiarão, que sorrisos oferecerão e tantas outras coisas boas que existem dentro de nós mesmos... Quantos de nós delega aos outros a escolha da nossa roupa do dia? Se eu escolho a roupa do meu corpo... Como fica a vestimenta do nossa Alma, do nosso Espírito? Pense nisso!

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