Na fidelidade alguém te segue, obediente às regras que tu estabeleceres... Sujeita-se a tornar-se escravo de tuas determinações. Tu te tornas dono de uma parte de alguém e manda sem ao menos ser parte dela.
Na lealdade alguém te seguirá sem regras impostas. E te aceita apenas porque encontrou em ti as virtudes que admira e respeita. E irá te deixar se não mais encontrá-las. Na lealdade quem te segue é livre para escolher o seu próprio caminho e fazer o seu destino. Nela, ninguém é dono de ninguém.
O casamento não torna dois seres uma só carne e um só espírito. Por mais que se comprometam, ainda continuarão a ser duas pessoas, cada um com seus próprios pensamentos, cada um vivendo sua própria vida, mesmo que compartilhada ao extremo.
E por ser muitos casamentos calcados nessa sujeição ao outro, são os que mais se apresentam como uma prisão, uma aparente restrição de liberdade, quando deveria ser o contrário.
Em muitos casos, a fidelidade pode dar essa sensação de cárcere, mas é importante ressaltar que ela não está atrelada à fidelidade ou à lealdade. A liberdade se encontra dentro de cada um, na forma como cada indivíduo aceita as suas restrições ou limitações e como se posiciona diante de suas opções. Ser livre é ter o poder de fazer escolhas. Ao optar de coração pela fidelidade, esta pessoa estará exercitando a sua vocação para a liberdade...
Mesmo assim, é sempre perigoso falar de nossas escolhas enquanto se é jovem, porque quando ainda somos inexperientes, somos facilmente iludidos e manipulados pelo idealismo que o mundo prega. Somente o tempo será capaz de dizer se erraremos ou acertaremos em muitas de nossas decisões.
Certas coisas não se aprendem academicamente. Só então, nosso julgamento nos dará conta, se um dia fomos efetivamente livres ou não. E quando esse dia chegar, importará muito pouco se erramos. O que realmente importará será o quanto fomos felizes ao viver as decisões que tomamos de bom grado...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Entre a legalidade e a moralidade...
Outro dia, em uma longa fila no teatro, eu tentava adquirir ingressos para o espetáculo da Zizi Possi. Eis que uma moça bonita, bem vestida e em plena saúde passou à frente de todos, como que "furando fila". Ao passar de volta e ser questionada, ela disse estar grávida.
Não é necessário um exame laboratorial para comprovar a gravidez, ainda que ela não apresentasse a mínima barriga e mesmo que esse país ainda utilize muito a lei de Gerson.
Outro dia, em um transporte coletivo, um portador de necessidades especiais não foi autorizado a utilizar o ônibus gratuitamente, porque não tinha um tal de "passe livre"... Apesar de visivelmente perceber que ele tinha uma deficiência física, o motorista disse que sem o tal passe livre, o portador de necessidades especiais não poderia usufruir do seu direito.
Eu ainda não aprendi a perceber a diferença entre situações que acho tão iguais...
Não é necessário um exame laboratorial para comprovar a gravidez, ainda que ela não apresentasse a mínima barriga e mesmo que esse país ainda utilize muito a lei de Gerson.
Outro dia, em um transporte coletivo, um portador de necessidades especiais não foi autorizado a utilizar o ônibus gratuitamente, porque não tinha um tal de "passe livre"... Apesar de visivelmente perceber que ele tinha uma deficiência física, o motorista disse que sem o tal passe livre, o portador de necessidades especiais não poderia usufruir do seu direito.
Eu ainda não aprendi a perceber a diferença entre situações que acho tão iguais...
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
É preciso saber amar...
Existe uma máxima, hoje muito popular, que dispensa explicações: "Não basta amar... É preciso mostrar que se ama..."
Ultimamente tenho refletido mais sobre um outro foco de atenção, que é a manifestação do amor.
Nestes meus infinitos minutos de existência, parecem tanto tempo e, no entanto, são poucos perto do que necessito aprender e que sem dúvida, hoje mais do que nunca, muito tenho aprendido. Ainda depois de tanto tempo vislumbro que "mostrar que ama" é uma arte... Todos os dias um novo quadro, uma nova escultura, fotografia, poesia ou música. Tanto faz o veículo de expressão, a única constatação é que é preciso criatividade.
Hoje, mais que em em outros tempos, a forma como demonstramos que se ama tem sido colocada em dúvida.
Algumas pessoas prendem, batem, matam em casos extremos (desesperados) de amor. As pessoas não conseguem mais ter uma compreensão adequada do que é verdadeiramente amar.
Há outras formas "menos violentas" do ponto de vista físico que não deixam de ser tão ruins quanto as que citei anteriormente, as quais também em situação extrema deixam marcas, assediam moralmente, enganam, difamam em nome do amor que se tem por alguém.
Existem todos esses enganos de manifestação, para ser um tanto quanto ameno com relação a essas atitudes, pois na verdade, elas se classificam exatamente nos mesmos termos de violência, agressão e desrespeito. Enfim, um distúrbio que impede "as pessoas que amam" de ver a realidade como a maioria das pessoas compreende o que é um convívio social harmonioso.
Agora, retirando as patologias, ainda assim, restam algumas grandes preocupações com as pessoas que não sabem amar adequadamente seus familiares e amigos. São aquelas que não demonstram que amam e quando demonstram, fazem de maneira inconveniente. Falta-lhes a assertividade.
A assertividade é uma virtude necessária não somente em matéria dos relacionamentos familiares, mas em todas as outras áreas de relacionamento social, seja ela profissional, artística, intelectual, qualquer convívio ou interação com o nosso mundo exterior. São coisas simples como educar seus filhos e apenas chamar a sua atenção às coisas erradas e se esquecer dos elogios, exaltar suas virtudes. Outro exemplo, é a mãe que protege seus filhos das pequenas dificuldades, decidindo tudo por eles, sem que eles possam exercitar sua capacidade de tomar suas próprias decisões. São incontáveis os exemplos de não saber amar, de não saber manifestar o seu amor. Educar sem amor é apenas impor uma disciplina. Superprotegê-los não permitirá que cresçam. E exigir demais pode ser, no mínimo, uma violência e um desrespeito. Lembro que existem violências que não são físicas... Quem pensa que as palavras são frágeis e se perdem no vento, subestima o seu poder.
É importante todos os dias, revermos nossos conceitos sobre a maneira como amamos. "Amai-vos uns aos outros como a ti mesmo". Se não estamos machucando a nós mesmos, não estamos no caminho errado. Se não estamos machucando o outro, também não estamos no caminho errado.
No entanto, para saber o caminho certo, é preciso mais. Não machucar o outro não significa permitir que o outro faça tudo. Mas que ao impedi-lo de fazer, isto faça parte do nosso dever (como é o caso de nossos filhos) e que possamos fazê-lo com respeito, sem tirar-lhe a dignidade.
Precisamos aprender a nos educar para o amor. O verdadeiro amor é uma arte e um exercício a ser praticado todos os instantes de nossas vidas. O amor exige atitude, nem por isso, é para poucos. Porém, poucos serão felizes sem essa atitude necessária. O bom é que a atitude não está relacionada aos anos de estudos que temos, nem ao quanto temos na conta bancária. Uma mãe analfabeta poderá amar seus filhos tanto quanto uma mãe rica e estudada. A atitude não escolhe classes sociais.
O amor é simples atitude...
Ultimamente tenho refletido mais sobre um outro foco de atenção, que é a manifestação do amor.
Nestes meus infinitos minutos de existência, parecem tanto tempo e, no entanto, são poucos perto do que necessito aprender e que sem dúvida, hoje mais do que nunca, muito tenho aprendido. Ainda depois de tanto tempo vislumbro que "mostrar que ama" é uma arte... Todos os dias um novo quadro, uma nova escultura, fotografia, poesia ou música. Tanto faz o veículo de expressão, a única constatação é que é preciso criatividade.
Hoje, mais que em em outros tempos, a forma como demonstramos que se ama tem sido colocada em dúvida.
Algumas pessoas prendem, batem, matam em casos extremos (desesperados) de amor. As pessoas não conseguem mais ter uma compreensão adequada do que é verdadeiramente amar.
Há outras formas "menos violentas" do ponto de vista físico que não deixam de ser tão ruins quanto as que citei anteriormente, as quais também em situação extrema deixam marcas, assediam moralmente, enganam, difamam em nome do amor que se tem por alguém.
Existem todos esses enganos de manifestação, para ser um tanto quanto ameno com relação a essas atitudes, pois na verdade, elas se classificam exatamente nos mesmos termos de violência, agressão e desrespeito. Enfim, um distúrbio que impede "as pessoas que amam" de ver a realidade como a maioria das pessoas compreende o que é um convívio social harmonioso.
Agora, retirando as patologias, ainda assim, restam algumas grandes preocupações com as pessoas que não sabem amar adequadamente seus familiares e amigos. São aquelas que não demonstram que amam e quando demonstram, fazem de maneira inconveniente. Falta-lhes a assertividade.
A assertividade é uma virtude necessária não somente em matéria dos relacionamentos familiares, mas em todas as outras áreas de relacionamento social, seja ela profissional, artística, intelectual, qualquer convívio ou interação com o nosso mundo exterior. São coisas simples como educar seus filhos e apenas chamar a sua atenção às coisas erradas e se esquecer dos elogios, exaltar suas virtudes. Outro exemplo, é a mãe que protege seus filhos das pequenas dificuldades, decidindo tudo por eles, sem que eles possam exercitar sua capacidade de tomar suas próprias decisões. São incontáveis os exemplos de não saber amar, de não saber manifestar o seu amor. Educar sem amor é apenas impor uma disciplina. Superprotegê-los não permitirá que cresçam. E exigir demais pode ser, no mínimo, uma violência e um desrespeito. Lembro que existem violências que não são físicas... Quem pensa que as palavras são frágeis e se perdem no vento, subestima o seu poder.
É importante todos os dias, revermos nossos conceitos sobre a maneira como amamos. "Amai-vos uns aos outros como a ti mesmo". Se não estamos machucando a nós mesmos, não estamos no caminho errado. Se não estamos machucando o outro, também não estamos no caminho errado.
No entanto, para saber o caminho certo, é preciso mais. Não machucar o outro não significa permitir que o outro faça tudo. Mas que ao impedi-lo de fazer, isto faça parte do nosso dever (como é o caso de nossos filhos) e que possamos fazê-lo com respeito, sem tirar-lhe a dignidade.
Precisamos aprender a nos educar para o amor. O verdadeiro amor é uma arte e um exercício a ser praticado todos os instantes de nossas vidas. O amor exige atitude, nem por isso, é para poucos. Porém, poucos serão felizes sem essa atitude necessária. O bom é que a atitude não está relacionada aos anos de estudos que temos, nem ao quanto temos na conta bancária. Uma mãe analfabeta poderá amar seus filhos tanto quanto uma mãe rica e estudada. A atitude não escolhe classes sociais.
O amor é simples atitude...
sábado, 22 de outubro de 2011
Entre o certo e o errado...
Eu costumo dizer aos meus filhos: se é para errar, então, que cometam pequenos erros. O problema é que normalmente eu avalio os fatos de trás para frente. Como dizem: a experiência é um carro cujos faróis só iluminam para trás. É claro que isso não é totalmente verdade. A experiência tem a sua importância e a sua aplicabilidade. Contudo, não se deve ficar generalizando as coisas irresponsavelmente. Quando eu digo avaliar de trás para frente significa apenas que estou julgando o processo a partir do resultado conhecido. Assim, é muito fácil julgar. Quando resolvemos fazer alguma coisa, quando decidimos por algo, muitas vezes temos dentro de nós apenas uma esperança, uma tênue estimativa do que pode acontecer. Alguém aqui sabe jogar xadrez? Saber qual a melhor jogada é pura intuição, não se vislumbra mais que quatro jogadas à frente. Em alguns momentos de críticas decisões você pode até pensar uns dez lances à frente. Mas se pararmos para pensar em todas as possibilidades ficaremos parados e o relógio do jogo acabará nos derrotando. Grandes jogadores de xadrez sabem as consequências que se escondem em várias situações, em vários lances, mas nāo sabem tudo e quando sabem é porque estudaram ou já vivenciaram aquela situação em seu passado. A vida se comporta de forma similar, ela joga com você. Se você não fizer as coisas certas, ela joga contra você. A vida é um jogo. E viver é um exercício em uma academia de musculaçāo. Quanto mais exercitamos, mais fortes ficaremos, mais preparados estaremos para as dificuldades. A idéia dos pequenos erros é justamente conseguir enfrentar a vida de frente, para que você aprenda a colocá-la ao seu lado, jogando a favor e não o contrário.
Eu não me preocupo quando meus filhos optam por escolherem aquilo que imaginam fazê-los felizes. Não somos capazes de saber se um relacionamento dará certo ou não, mas é preciso tentar entender que ficar só é o risco de quem ama. É entender cada consequência de cada ato. E saber lidar com essas possibilidades. É impossível saber quando ela acontecerá, se é que acontecerá. Mas enquanto se vivencia a sua escolha, que a cada instante, você questione a sua decisão: ela ainda é um acerto? Ainda continuo feliz? Saberei viver se esses momentos forem interrompidos? Se está valendo cada minuto e esses instantes têm a oportunidade de permanecer indefinidamente, viva-os com toda a sua intensidade!
Eu não me preocupo quando meus filhos optam por escolherem aquilo que imaginam fazê-los felizes. Não somos capazes de saber se um relacionamento dará certo ou não, mas é preciso tentar entender que ficar só é o risco de quem ama. É entender cada consequência de cada ato. E saber lidar com essas possibilidades. É impossível saber quando ela acontecerá, se é que acontecerá. Mas enquanto se vivencia a sua escolha, que a cada instante, você questione a sua decisão: ela ainda é um acerto? Ainda continuo feliz? Saberei viver se esses momentos forem interrompidos? Se está valendo cada minuto e esses instantes têm a oportunidade de permanecer indefinidamente, viva-os com toda a sua intensidade!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A palavra era prata... O silêncio foi ouro...
Leu uma frase naquela manhã dizendo que a palavra era prata e o silêncio era ouro...
Às vezes desejaria reverter toda a riqueza que carregava em seu silêncio, por algumas gotas de prata que necessitava.
Pensou que em alguns momentos poderia trocar todo aquele ouro por qualquer conjunto de palavras que o fizesse escutar o que não podia mais ouvir... Ou que poderia ainda entoar as frases silenciosas que um dia calou os pensamentos distantes, as vozes inaudíveis, que ensurdeciam a sua vaga lembrança.
Nem ouro, nem prata. Apenas idéias escritas ao vento em busca de qualquer interpretação.
O tempo castigou, deixou a fadiga tomar conta, esperou o amarelar dos retratos e, mesmo assim, não deixou de tecer lentamente toda a sua trama.
Eis que um dia ao espelho reconheceu-se e encontrou-se outra vez consigo mesmo.
Um velho amigo que a muito tempo não via. Um sujeito meio avesso ao trabalho, que gostava de uma roda de violão, que tomava uma cervejinha bem gelada e jogava conversa fora. Às vezes, até competia numa mesa de bilhar. Noutros dias assistia ao cinema, ao teatro e ia também na livraria, para, quem diria, comprar CDs e DVDs que mais pareciam uma intocável coleção. Guardava todos lacrados na prateleira. Tinha, mas não via, nem ouvia, não conhecia. Era um silêncio de ouro daquelas mídias, das histórias contidas nos livros que jamais cumpririam seu destino. O legado era talvez uma herança para a próxima geração...
E as viagens! Enxergava o mundo por detrás das lentes... De vez em quando pegava o álbum de fotografias para relembrar o que não viu. Era um defunto: corpo presente, que nada mais sabia do mundo que velava aquele pedaço de ser inanimado.
Agora sim... O silêncio era ouro, que não valeu de nada. E a prata, tal como as palavras, agora sim, é que nunca mais se manifestariam.
Sim! E o blog? Ah! O blog ficaria ali, até que o tempo também apagasse as derradeiras marcas. Ou ficaria para a próxima geração... Quem sabe deixaria de ser ouro e dela se fizesse uma valiosa prata.
Às vezes desejaria reverter toda a riqueza que carregava em seu silêncio, por algumas gotas de prata que necessitava.
Pensou que em alguns momentos poderia trocar todo aquele ouro por qualquer conjunto de palavras que o fizesse escutar o que não podia mais ouvir... Ou que poderia ainda entoar as frases silenciosas que um dia calou os pensamentos distantes, as vozes inaudíveis, que ensurdeciam a sua vaga lembrança.
Nem ouro, nem prata. Apenas idéias escritas ao vento em busca de qualquer interpretação.
O tempo castigou, deixou a fadiga tomar conta, esperou o amarelar dos retratos e, mesmo assim, não deixou de tecer lentamente toda a sua trama.
Eis que um dia ao espelho reconheceu-se e encontrou-se outra vez consigo mesmo.
Um velho amigo que a muito tempo não via. Um sujeito meio avesso ao trabalho, que gostava de uma roda de violão, que tomava uma cervejinha bem gelada e jogava conversa fora. Às vezes, até competia numa mesa de bilhar. Noutros dias assistia ao cinema, ao teatro e ia também na livraria, para, quem diria, comprar CDs e DVDs que mais pareciam uma intocável coleção. Guardava todos lacrados na prateleira. Tinha, mas não via, nem ouvia, não conhecia. Era um silêncio de ouro daquelas mídias, das histórias contidas nos livros que jamais cumpririam seu destino. O legado era talvez uma herança para a próxima geração...
E as viagens! Enxergava o mundo por detrás das lentes... De vez em quando pegava o álbum de fotografias para relembrar o que não viu. Era um defunto: corpo presente, que nada mais sabia do mundo que velava aquele pedaço de ser inanimado.
Agora sim... O silêncio era ouro, que não valeu de nada. E a prata, tal como as palavras, agora sim, é que nunca mais se manifestariam.
Sim! E o blog? Ah! O blog ficaria ali, até que o tempo também apagasse as derradeiras marcas. Ou ficaria para a próxima geração... Quem sabe deixaria de ser ouro e dela se fizesse uma valiosa prata.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Mudanças pessoais...
Às vezes gostaríamos de ser sempre os mesmos, nós e nossos amigos, nossa família. Noutros momentos queremos que nossos filhos cresçam, que as pessoas sejam melhores, que corrijam seus erros.
A verdade é que precisamos de mudanças, porque precisamos evoluir, se desenvolver e ser cada dia melhores. Mas o que vem a ser exatamente mudar? O que é ser melhor?
Imagine duas situações distintas... A primeira, em um grupo de amigos que gostem de tomar uma cerveja, você é o único que prefere um suco de laranja. No entanto, eles estimulam você a mudar a sua preferência... Na segunda, você é o único fumante do seu grupo de amigos e eles querem que você pare de fumar para o seu próprio bem.
Em qualquer uma das situações a proposta é para mudar e, dependendo da ótica de quem analisa, beber cerveja pode ser uma "evolução".
Primeiramente, as mudanças que os outros querem em nós, precisa ser o que eles consideram melhor para nós mesmos e não para eles. Esses amigos que pedem mudanças precisam diferenciar os valores de cada um de nós. Ou seja, existem mudanças que são apenas "materiais" e outras que são "essenciais". É claro que nós somos aquilo que comemos, somos o cigarro que tragamos, somos a cerveja que consumimos, mas não são a nossa essência. Já a nossa amizade, a nossa honestidade, os nossos pensamentos, o nosso caráter, as nossas idéias, o nosso amor fazem parte da nossa essência. Nossos amigos ao desejarem mudanças precisam manter a nossa dignidade e respeitar-nos como somos em nossa essência.
Em segundo lugar, partindo do respeito à nossa essência, nós mesmos precisamos respeitar as nossas essências e não partir para mudar tudo que se considere indesejável.
Alguém tímido ao extremo, que não quer continuar a sê-lo, precisa respeitar o seu tempo, para que a mudança ocorra em etapas, sem traumas e o mais naturalmente possível. Isso, quando tiver certeza que deve mesmo mudar. A verdade é que normalmente nunca estamos contentes com nós mesmos, principalmente fisicamente, que não é essência e pode, teoricamente, ser mudado mais facilmente. Apesar de eu ter uma certa aversão a exageros desse gênero, o que importa para mim é que as pessoas não esqueçam de aprimorar a sua essência, na qual reside a nossa verdadeira beleza, o nosso verdadeiro valor.
Seria tão bom se os outros nos aceitassem como somos de verdade. Por outro lado, deixar de crescer, deixar de ser uma pessoa madura, deixar de se tornar uma pessoa experiente não é bom.
Normalente quando mudamos, tudo sai da zona de conforto. Será que estamos melhores ou piores? Quem vai saber?
Normalmente, o tempo traz essas respostas, mas demora um pouco para censurar nossos erros e premiar nossos acertos. Nem nós, muito menos os outros têm a resposta para tudo. Quando ficamos mais velhos, os nossos olhos ficam com a vista cansada e, ao contrário, o nosso espírito passa a enxergar muito mais longe. Então, quanto já nem nos lembramos das perguntas, atentos às entrelinhas, as respostas começam a aparecer. Eu não diria que é tarde, nem tão pouco diria que erramos indiscriminadamente. Apenas evoluímos alguns degraus e passamos a olhar o mundo sob outra ótica, a partir de um lugar melhor.
Algumas ações podem acelerar esse processo, como por exemplo, dar-se o direito de cometer pequenos erros. Se você tiver senso crítico, então enfrente mais problemas. Não fuja ou delegue para outros o que é seu. Cante em público, faça palestras, tire suas dúvidas com o professor, leia livros, aprenda a trabalhar desde jovem, seja sincero consigo mesmo, olhe nos olhos das pessoas, não esconda elogios... Não tenha medo de amar... Pode parecer estranho, mas alguém já disse que "amar, é o risco de ficar só"...Eu diria que enquanto se é feliz, vale a pena todo o risco, pois isso é a nossa essência. E se houver dor ou lágrima, paradoxalmente, isso nos tornará pessoas melhores.
À tantas pessoas amargas, inconformadas com alguma perda em seus passados, há uma frase de Dumbledore, no filme Harry Potter, na qual ele diz que não importa o que somos ao nascer, mas sim o que fazemos de nossa vida. Cada fase de nossa vida é um constante renascer e recomeçar. Nós somos aquilo que comemos, nós somos aquilo que fazemos de nossas vidas. As mudanças são inevitáveis, afinal o mundo não pára.
A verdade é que precisamos de mudanças, porque precisamos evoluir, se desenvolver e ser cada dia melhores. Mas o que vem a ser exatamente mudar? O que é ser melhor?
Imagine duas situações distintas... A primeira, em um grupo de amigos que gostem de tomar uma cerveja, você é o único que prefere um suco de laranja. No entanto, eles estimulam você a mudar a sua preferência... Na segunda, você é o único fumante do seu grupo de amigos e eles querem que você pare de fumar para o seu próprio bem.
Em qualquer uma das situações a proposta é para mudar e, dependendo da ótica de quem analisa, beber cerveja pode ser uma "evolução".
Primeiramente, as mudanças que os outros querem em nós, precisa ser o que eles consideram melhor para nós mesmos e não para eles. Esses amigos que pedem mudanças precisam diferenciar os valores de cada um de nós. Ou seja, existem mudanças que são apenas "materiais" e outras que são "essenciais". É claro que nós somos aquilo que comemos, somos o cigarro que tragamos, somos a cerveja que consumimos, mas não são a nossa essência. Já a nossa amizade, a nossa honestidade, os nossos pensamentos, o nosso caráter, as nossas idéias, o nosso amor fazem parte da nossa essência. Nossos amigos ao desejarem mudanças precisam manter a nossa dignidade e respeitar-nos como somos em nossa essência.
Em segundo lugar, partindo do respeito à nossa essência, nós mesmos precisamos respeitar as nossas essências e não partir para mudar tudo que se considere indesejável.
Alguém tímido ao extremo, que não quer continuar a sê-lo, precisa respeitar o seu tempo, para que a mudança ocorra em etapas, sem traumas e o mais naturalmente possível. Isso, quando tiver certeza que deve mesmo mudar. A verdade é que normalmente nunca estamos contentes com nós mesmos, principalmente fisicamente, que não é essência e pode, teoricamente, ser mudado mais facilmente. Apesar de eu ter uma certa aversão a exageros desse gênero, o que importa para mim é que as pessoas não esqueçam de aprimorar a sua essência, na qual reside a nossa verdadeira beleza, o nosso verdadeiro valor.
Seria tão bom se os outros nos aceitassem como somos de verdade. Por outro lado, deixar de crescer, deixar de ser uma pessoa madura, deixar de se tornar uma pessoa experiente não é bom.
Normalente quando mudamos, tudo sai da zona de conforto. Será que estamos melhores ou piores? Quem vai saber?
Normalmente, o tempo traz essas respostas, mas demora um pouco para censurar nossos erros e premiar nossos acertos. Nem nós, muito menos os outros têm a resposta para tudo. Quando ficamos mais velhos, os nossos olhos ficam com a vista cansada e, ao contrário, o nosso espírito passa a enxergar muito mais longe. Então, quanto já nem nos lembramos das perguntas, atentos às entrelinhas, as respostas começam a aparecer. Eu não diria que é tarde, nem tão pouco diria que erramos indiscriminadamente. Apenas evoluímos alguns degraus e passamos a olhar o mundo sob outra ótica, a partir de um lugar melhor.
Algumas ações podem acelerar esse processo, como por exemplo, dar-se o direito de cometer pequenos erros. Se você tiver senso crítico, então enfrente mais problemas. Não fuja ou delegue para outros o que é seu. Cante em público, faça palestras, tire suas dúvidas com o professor, leia livros, aprenda a trabalhar desde jovem, seja sincero consigo mesmo, olhe nos olhos das pessoas, não esconda elogios... Não tenha medo de amar... Pode parecer estranho, mas alguém já disse que "amar, é o risco de ficar só"...Eu diria que enquanto se é feliz, vale a pena todo o risco, pois isso é a nossa essência. E se houver dor ou lágrima, paradoxalmente, isso nos tornará pessoas melhores.
À tantas pessoas amargas, inconformadas com alguma perda em seus passados, há uma frase de Dumbledore, no filme Harry Potter, na qual ele diz que não importa o que somos ao nascer, mas sim o que fazemos de nossa vida. Cada fase de nossa vida é um constante renascer e recomeçar. Nós somos aquilo que comemos, nós somos aquilo que fazemos de nossas vidas. As mudanças são inevitáveis, afinal o mundo não pára.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Simplicidade...
Sempre busquei no meu dia-a-dia uma fórmula que resolvesse as razões e as conseqüências de minhas opções e concessões... E simplesmente percebo que não escolho, mas, ao contrário, eu é que sou sempre selecionado... A vida me elege e oferece as oportunidades que necessito.
Se vou aproveitá-las ou não isso depende só de mim e da minha capacidade de reconhecê-las... Nada vem em um belo pacote ou com as instruções de uso do lado de fora... É preciso desligar o olhar acostumado... Por isso, às vezes, a vida nos dá uma rasteira... Do chão enxergamos por outra perspectiva... Tudo ainda está por ser construído.
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Mensagem encaminhada aos meus amigos em 15 de junho de 2007, às 00h59min
Se vou aproveitá-las ou não isso depende só de mim e da minha capacidade de reconhecê-las... Nada vem em um belo pacote ou com as instruções de uso do lado de fora... É preciso desligar o olhar acostumado... Por isso, às vezes, a vida nos dá uma rasteira... Do chão enxergamos por outra perspectiva... Tudo ainda está por ser construído.
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Mensagem encaminhada aos meus amigos em 15 de junho de 2007, às 00h59min
Curvas da vida...
O mundo não é uma fonte inesgotável de recursos... Nós, também, não.
Quando algo acontece de errado, muitas vezes pode ser um passo maior que a perna.
Noutras é a constatação de que não estamos prontos para o salto que desejamos dar.
O certo é que a ousadia e a determinação nos levam a fortalecer nosso corpo e, principalmente, a nossa alma, a suportar os obstáculos e quem sabe, escolher atalhos instransponíveis e encurtar caminhos, desde que adequadamente preparados e devidamente instrumentalizados.
Por isso, não cabe a ninguém julgar, culpar ou punir as limitações de cada um.
A capacidade do nosso perdão irá permitir olhar nossos erros com a humanidade devida e com a compreensão necessária.
E assim, nossa auto-estima permanece, mesmo que as vitórias sejam poucas.
Nem todas as realizações significam vitórias, mas deveriam ser...
E os erros não deveriam ser exatamente sinônimo de derrota.
A benção do livre-arbítrio nos concede esse poder: fazer dos acontecimentos um aprendizado ou apenas mais uma dor; fazer das adversidades uma oportunidade ou simplesmente mais um desgosto.
Não é o passado que almejamos... E mesmo que assim, fosse... Uma repetição de algo bom que passou, só poderá se repetir no futuro.
Nossos sonhos nos carregam para um destino incerto, que não está às nossas costas, e sim, lá no horizonte, onde tudo poderá ser possível...
"Basta lutar um pouquinho pelas coisas boas que estão por acontecer..."
O futuro é construído no presente...
"Conseguiremos tudo com Cristo... Ele nos dará forças..."
"Se Deus estiver conosco... Quem poderá estar contra?"
"Nada acontece ao acaso..."
----------
Encaminhei esta mensagem aos meus contatos em 12 de junho de 2007 às 13h23min, que fazia referência a uma apresentação (PowerPoint) com o mesmo título (Curvas da Vida).
Quando algo acontece de errado, muitas vezes pode ser um passo maior que a perna.
Noutras é a constatação de que não estamos prontos para o salto que desejamos dar.
O certo é que a ousadia e a determinação nos levam a fortalecer nosso corpo e, principalmente, a nossa alma, a suportar os obstáculos e quem sabe, escolher atalhos instransponíveis e encurtar caminhos, desde que adequadamente preparados e devidamente instrumentalizados.
Por isso, não cabe a ninguém julgar, culpar ou punir as limitações de cada um.
A capacidade do nosso perdão irá permitir olhar nossos erros com a humanidade devida e com a compreensão necessária.
E assim, nossa auto-estima permanece, mesmo que as vitórias sejam poucas.
Nem todas as realizações significam vitórias, mas deveriam ser...
E os erros não deveriam ser exatamente sinônimo de derrota.
A benção do livre-arbítrio nos concede esse poder: fazer dos acontecimentos um aprendizado ou apenas mais uma dor; fazer das adversidades uma oportunidade ou simplesmente mais um desgosto.
Não é o passado que almejamos... E mesmo que assim, fosse... Uma repetição de algo bom que passou, só poderá se repetir no futuro.
Nossos sonhos nos carregam para um destino incerto, que não está às nossas costas, e sim, lá no horizonte, onde tudo poderá ser possível...
"Basta lutar um pouquinho pelas coisas boas que estão por acontecer..."
O futuro é construído no presente...
"Conseguiremos tudo com Cristo... Ele nos dará forças..."
"Se Deus estiver conosco... Quem poderá estar contra?"
"Nada acontece ao acaso..."
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Encaminhei esta mensagem aos meus contatos em 12 de junho de 2007 às 13h23min, que fazia referência a uma apresentação (PowerPoint) com o mesmo título (Curvas da Vida).
terça-feira, 26 de julho de 2011
Eficiência, Eficácia e Efetividade
Esses dias, ao ver a Seleção Brasileira perder quatro pênaltis, lembrei-me dos termos Eficiência, Eficácia e Efetividade. Existem diversas definições para os termos, mas a que eu mais gosto é aquela que separa Processo de Produto.
Um processo é medido pela sua eficiência, ou seja, um processo é moldado de forma a possibilitar eu obter um excelente resultado.
Um produto é medido pela sua eficácia, ou seja, um produto ou um resultado excelente deveria ser fruto de um processo eficiente.
O que isso tem a ver com a Seleção Brasileira? Com o futebol?
Eu costumo dizer que uma equipe que entra em campo com um objetivo estratégico definido, que tem uma disposição tática, propõe-se a explorar as fraquezas do adversário, utilizar suas melhores jogadas, que procura utilizar todos os seus recursos da melhor maneira, da forma mais harmoniosa possível é uma equipe eficiente, ou seja, ela faz corretamente as coisas para vencer a partida.
No entanto, mesmo jogando bem, essa equipe pode vir a perder. Daí se diz: foi eficiente, mas não foi eficaz. A eficácia está ligada ao produto, ao resultado. Então, mesmo que uma equipe jogue mal, não tenha nenhuma organização, enfim, não seja eficiente, pode por uma série de razões, tais como garra, dedicação individual ou mesmo sorte, ganhar a partida. Não foi eficiente, mas foi eficaz. Obteve um resultado positivo.
Já a efetividade é maximizar as oportunidades, é fazer certo todas as vezes. É corrigir o que está errado, criar as possibilidades de gol e convertê-las. Isso se verifica com mais intensidade em um jogo de basquete, na qual cada posse de bola é uma preocupação de conversão e respectivo aumento de pontos. Cada um desses pequenos resultados leva à vitória. O foco então não é só jogar bem, não é só pensar em vencer a partida. A preocupação passa a ser cada posse de bola, cada jogador, cada falta, cada arremesso, cada ponto. Isso é efetividade.
Um processo é medido pela sua eficiência, ou seja, um processo é moldado de forma a possibilitar eu obter um excelente resultado.
Um produto é medido pela sua eficácia, ou seja, um produto ou um resultado excelente deveria ser fruto de um processo eficiente.
O que isso tem a ver com a Seleção Brasileira? Com o futebol?
Eu costumo dizer que uma equipe que entra em campo com um objetivo estratégico definido, que tem uma disposição tática, propõe-se a explorar as fraquezas do adversário, utilizar suas melhores jogadas, que procura utilizar todos os seus recursos da melhor maneira, da forma mais harmoniosa possível é uma equipe eficiente, ou seja, ela faz corretamente as coisas para vencer a partida.
No entanto, mesmo jogando bem, essa equipe pode vir a perder. Daí se diz: foi eficiente, mas não foi eficaz. A eficácia está ligada ao produto, ao resultado. Então, mesmo que uma equipe jogue mal, não tenha nenhuma organização, enfim, não seja eficiente, pode por uma série de razões, tais como garra, dedicação individual ou mesmo sorte, ganhar a partida. Não foi eficiente, mas foi eficaz. Obteve um resultado positivo.
Já a efetividade é maximizar as oportunidades, é fazer certo todas as vezes. É corrigir o que está errado, criar as possibilidades de gol e convertê-las. Isso se verifica com mais intensidade em um jogo de basquete, na qual cada posse de bola é uma preocupação de conversão e respectivo aumento de pontos. Cada um desses pequenos resultados leva à vitória. O foco então não é só jogar bem, não é só pensar em vencer a partida. A preocupação passa a ser cada posse de bola, cada jogador, cada falta, cada arremesso, cada ponto. Isso é efetividade.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Nossos erros e os nossos acertos.
Não existe uma fórmula para lidarmos com nossos erros.
Sabemos que existem níveis de gravidade: alguns erros não deixam marcas, alguns deixam cicatrizes e outros deixam sequelas nos outros ou em nós mesmos.
Eles podem ser voluntários ou involuntários, podem surgir até quando queremos acertar.
Existem erros que só iremos chamá-los assim, depois de um longo tempo, talvez uma vida inteira, quando descobrirmos que tudo que achávamos ser verdade, era mera ilusão e nos fez seguir por outro caminho, muitas vezes, movido pela nossa fé... A gente acreditava que aquilo fosse certo, fosse verdadeiro, mas tornou-se um ledo engano.
Nessa hora, a análise deve ser clínica: tem cura? É remediável? Se pudermos corrigir, ótimo! Façamos isso, antes que o mal se torne maior. Se não tem mais jeito... Um pedido de perdão, um esclarecimento pode amenizar a situação? Esse é o momento que devemos gastar o máximo de energias para tentar reverter os efeitos desse erro, para que ele provoque os menores danos possíveis, para que se possa minimizar qualquer injustiça, qualquer dor, qualquer desavença. Não é fácil, não é simples, mas é preciso esgotar todas as possibilidades.
Depois de tudo isso feito, devemos eliminar essa tortura de nossa mente. Obtenha paz interior a partir do perdão pessoal. Todos nós erramos, isso é humano. Agora, a partir desse instante, depois de ter esgotado as possibilidades de correção de rota, não importa mais o grau, o nível, a forma do erro ou quem foi atingido, como foi atingido. Agora, é o momento da reflexão... Livre-se da culpa, aconselhe-se, perdoe-se, compreenda-se, veja tudo que fez de errado e aprenda, para que nunca mais isso venha a acontecer novamente.
Muito cuidado ao avaliar-se nessa hora, muitas vezes, as coisas parecem erradas e na realidade está tudo certo, foi feito tudo certo, foi tudo feito da melhor maneira possível. Existem momentos na vida que precisamos escolher entre um dedo ou todo o braço. São momentos difíceis e de dentro do problema não se consegue ter a visão do todo e saber o que é certo ou errado.
Mas enfim, depois do erro, vem a continuidade da vida... Poder prosseguir é a nossa grande oportunidade. A postura é a maneira como vamos nos colocar para a caminhada... Vista um tênis, roupas adequadas, prepare a água para beber. Atitude é o que precisamos para recomeçar essa caminhada. Não adianta sermos capazes, é preciso por em prática.
Tudo isso é possível pela atitude mental. Certa vez fiquei pensando em uma pessoa querida que sofrera um acidente e só pensava no pior. Imaginava que poderia acontecer alguma outra complicação, uma falha médica e ficava com medo. Então, um anjo me aconselhou a fazer justamente o contrário: pense que ela está lutando bravamente e está se curando, cada célula do seu corpo está se regenerando, cada tecido está se refazendo, cada órgão está se recuperando, ela está se curando... A sua atitude mental muda você, a sua feição, o seu bem estar interior. E você pode dizer que isso não muda em nada a pessoa que está, no caso, acidentada. Pode ser... Mas eu ainda acho que a atitude otimista é como uma oração desejando que a pessoa se cure e pode agir nela, sim. É uma energia positiva de você para ela. Da mesma forma, os pensamentos negativos, podem funcionar como uma carga negativa de você para com o outro. Parece muito místico, mas veja bem, não existem somente os cinco sentidos, mas vamos nos prender apenas neles. Você irá concordar comigo que um sorriso seu pode fazer muita diferença nas outras pessoas. Um sorriso faz bem a quem oferece e faz bem a quem recebe. Não tem palavras, não tem contato físico, não existe reação química. Apenas uma transferência de energia e você não vai me dizer que uma atitude positiva não faz bem ao outro. Dessa forma, você subestima seus poderes, digamos mentais!
Pois bem, voltando ao erro, toda essa explanação anterior serve para dizer que não adianta ficar triste ou infeliz diante do seu erro. Ele não melhora, nem piora. O que faz a diferença são as suas atitudes. Atitudes físicas, que te fazem agir para resolver problemas. E atitudes mentais, que fazem você ser uma pessoa melhor ou pior... A escolha é somente sua. Quer um palpite: escolha ser feliz!!!
Viu seu erro? Tentou corrigi-lo? Fez tudo que era possível para consertá-lo? Ótimo!
Viu por que errou? Aprendeu com seu erro? Não irá cometê-lo novamente? Perfeito!!
Agora as atitudes: física e mental. Perdoe-se e prossiga na sua caminhada.
Próximo passo, utilize o avatar do jogador de xadrez. Um jogador de xadrez joga com a peças que ficaram no tabuleiro. Sabe quais são as peças perdidas, mas não fica lamentando a sua ausência. Ao contrário, olha as que estão ainda em jogo e conta com elas. Traça uma nova estratégia, tenta tirar o melhor proveito das características de cada uma para atingir a vitória.
Dizem que um deficiente visual tem um olfato mais apurado. Provavelmente, tem os outros sentidos muito mais desenvolvidos. Isso acontece, não com aqueles que se prendem ao que não conseguem enxergar. Isso acontece com aqueles que valorizam e desenvolvem os sentidos que ainda possuem. Porque é assim que se vive a vida: com o que temos, com o que podemos conquistar...
A chave de tudo isso chama-se atitude. Quer um conselho: escolha ser feliz!!! Não custa nada!!
Sabemos que existem níveis de gravidade: alguns erros não deixam marcas, alguns deixam cicatrizes e outros deixam sequelas nos outros ou em nós mesmos.
Eles podem ser voluntários ou involuntários, podem surgir até quando queremos acertar.
Existem erros que só iremos chamá-los assim, depois de um longo tempo, talvez uma vida inteira, quando descobrirmos que tudo que achávamos ser verdade, era mera ilusão e nos fez seguir por outro caminho, muitas vezes, movido pela nossa fé... A gente acreditava que aquilo fosse certo, fosse verdadeiro, mas tornou-se um ledo engano.
Nessa hora, a análise deve ser clínica: tem cura? É remediável? Se pudermos corrigir, ótimo! Façamos isso, antes que o mal se torne maior. Se não tem mais jeito... Um pedido de perdão, um esclarecimento pode amenizar a situação? Esse é o momento que devemos gastar o máximo de energias para tentar reverter os efeitos desse erro, para que ele provoque os menores danos possíveis, para que se possa minimizar qualquer injustiça, qualquer dor, qualquer desavença. Não é fácil, não é simples, mas é preciso esgotar todas as possibilidades.
Depois de tudo isso feito, devemos eliminar essa tortura de nossa mente. Obtenha paz interior a partir do perdão pessoal. Todos nós erramos, isso é humano. Agora, a partir desse instante, depois de ter esgotado as possibilidades de correção de rota, não importa mais o grau, o nível, a forma do erro ou quem foi atingido, como foi atingido. Agora, é o momento da reflexão... Livre-se da culpa, aconselhe-se, perdoe-se, compreenda-se, veja tudo que fez de errado e aprenda, para que nunca mais isso venha a acontecer novamente.
Muito cuidado ao avaliar-se nessa hora, muitas vezes, as coisas parecem erradas e na realidade está tudo certo, foi feito tudo certo, foi tudo feito da melhor maneira possível. Existem momentos na vida que precisamos escolher entre um dedo ou todo o braço. São momentos difíceis e de dentro do problema não se consegue ter a visão do todo e saber o que é certo ou errado.
Mas enfim, depois do erro, vem a continuidade da vida... Poder prosseguir é a nossa grande oportunidade. A postura é a maneira como vamos nos colocar para a caminhada... Vista um tênis, roupas adequadas, prepare a água para beber. Atitude é o que precisamos para recomeçar essa caminhada. Não adianta sermos capazes, é preciso por em prática.
Tudo isso é possível pela atitude mental. Certa vez fiquei pensando em uma pessoa querida que sofrera um acidente e só pensava no pior. Imaginava que poderia acontecer alguma outra complicação, uma falha médica e ficava com medo. Então, um anjo me aconselhou a fazer justamente o contrário: pense que ela está lutando bravamente e está se curando, cada célula do seu corpo está se regenerando, cada tecido está se refazendo, cada órgão está se recuperando, ela está se curando... A sua atitude mental muda você, a sua feição, o seu bem estar interior. E você pode dizer que isso não muda em nada a pessoa que está, no caso, acidentada. Pode ser... Mas eu ainda acho que a atitude otimista é como uma oração desejando que a pessoa se cure e pode agir nela, sim. É uma energia positiva de você para ela. Da mesma forma, os pensamentos negativos, podem funcionar como uma carga negativa de você para com o outro. Parece muito místico, mas veja bem, não existem somente os cinco sentidos, mas vamos nos prender apenas neles. Você irá concordar comigo que um sorriso seu pode fazer muita diferença nas outras pessoas. Um sorriso faz bem a quem oferece e faz bem a quem recebe. Não tem palavras, não tem contato físico, não existe reação química. Apenas uma transferência de energia e você não vai me dizer que uma atitude positiva não faz bem ao outro. Dessa forma, você subestima seus poderes, digamos mentais!
Pois bem, voltando ao erro, toda essa explanação anterior serve para dizer que não adianta ficar triste ou infeliz diante do seu erro. Ele não melhora, nem piora. O que faz a diferença são as suas atitudes. Atitudes físicas, que te fazem agir para resolver problemas. E atitudes mentais, que fazem você ser uma pessoa melhor ou pior... A escolha é somente sua. Quer um palpite: escolha ser feliz!!!
Viu seu erro? Tentou corrigi-lo? Fez tudo que era possível para consertá-lo? Ótimo!
Viu por que errou? Aprendeu com seu erro? Não irá cometê-lo novamente? Perfeito!!
Agora as atitudes: física e mental. Perdoe-se e prossiga na sua caminhada.
Próximo passo, utilize o avatar do jogador de xadrez. Um jogador de xadrez joga com a peças que ficaram no tabuleiro. Sabe quais são as peças perdidas, mas não fica lamentando a sua ausência. Ao contrário, olha as que estão ainda em jogo e conta com elas. Traça uma nova estratégia, tenta tirar o melhor proveito das características de cada uma para atingir a vitória.
Dizem que um deficiente visual tem um olfato mais apurado. Provavelmente, tem os outros sentidos muito mais desenvolvidos. Isso acontece, não com aqueles que se prendem ao que não conseguem enxergar. Isso acontece com aqueles que valorizam e desenvolvem os sentidos que ainda possuem. Porque é assim que se vive a vida: com o que temos, com o que podemos conquistar...
A chave de tudo isso chama-se atitude. Quer um conselho: escolha ser feliz!!! Não custa nada!!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
O Jôio e o Trigo
Há alguns dias li um pensamento que para Deus não existia a palavra Esperança, pois Ele tudo sabe.
A parábola do Joio e do Trigo tem dentro de si um paradoxo que pode desmentir a frase anterior.
Para Deus o joio já nasce joio e o trigo já nasce trigo. Geneticamente, o que cabe a cada uma das plantinhas, já está determinada e não poderá ser mudada.
Contudo, Deus nos dá o livre arbítrio e nos permite contemplar as nossas existências: a minha, a sua e todos os seres humanos.
Então, ao visionar com olhos Humanos, nossas ações, à luz do livre arbítrio, irão determinar se seremos joio ou trigo. Eu tenho fé que nós ainda podemos escolher ser joio ou trigo.
Por isso, na parábola, o Senhor não permite que se tente retirar o joio do trigo até o tempo da colheita, porque ambos no começo são muito parecidos e só no final é que isso ficará visível. Ou seja, Deus respeita o nosso tempo de maturação para que possamos fazer a nossa escolha.
Se tudo já está estabelecido, então, por que temos que passar por tudo isso?
É difícil saber ao certo o que está no plano de Deus, mas deve ter alguma coisa a ver com a nossa existência. Cada um de nós em particular precisava ter existido para dar testemunho de que o universo existiu. O universo só existe, porque você existe.
Dizem que um meteoro gigantesco acabou com os dinossauros há milhões de anos... Você viu? Eu não vi. O que eu sei é que o Universo que ronda neste instante os meus sentidos, esse existe
A parábola do Joio e do Trigo tem dentro de si um paradoxo que pode desmentir a frase anterior.
Para Deus o joio já nasce joio e o trigo já nasce trigo. Geneticamente, o que cabe a cada uma das plantinhas, já está determinada e não poderá ser mudada.
Contudo, Deus nos dá o livre arbítrio e nos permite contemplar as nossas existências: a minha, a sua e todos os seres humanos.
Então, ao visionar com olhos Humanos, nossas ações, à luz do livre arbítrio, irão determinar se seremos joio ou trigo. Eu tenho fé que nós ainda podemos escolher ser joio ou trigo.
Por isso, na parábola, o Senhor não permite que se tente retirar o joio do trigo até o tempo da colheita, porque ambos no começo são muito parecidos e só no final é que isso ficará visível. Ou seja, Deus respeita o nosso tempo de maturação para que possamos fazer a nossa escolha.
Se tudo já está estabelecido, então, por que temos que passar por tudo isso?
É difícil saber ao certo o que está no plano de Deus, mas deve ter alguma coisa a ver com a nossa existência. Cada um de nós em particular precisava ter existido para dar testemunho de que o universo existiu. O universo só existe, porque você existe.
Dizem que um meteoro gigantesco acabou com os dinossauros há milhões de anos... Você viu? Eu não vi. O que eu sei é que o Universo que ronda neste instante os meus sentidos, esse existe
terça-feira, 21 de junho de 2011
O Poder da Internet na Busca do Conhecimento
Um amigo meu compartilhou uma foto de sua amiga no Facebook. Como faço parte de sua rede, eu vi a foto ao lado e li o que estava escrito na camiseta do ator: "I'm Gandalf and Magneto. Get over it!". E pensei erroneamente por que não estava ali citado Dumbledore nos dizeres da camisa. Fui no Google, é claro! Pesquisei por Gandalf Magneto, para descobrir o nome do ator. Sei quais são os filmes, mas não sei o nome do ator... Sinto muito!
Ora, ora! Descobri duas coisas: o nome do ator é Ian McKellen e que o que estava escrito na camiseta estava adulterado. Ian McKellen havia participado de um protesto quando da visita do Papa Bento XVI à Inglaterra. A frase originalmente era: "Some people are gay. Get over it!".
O sítio estava em inglês, o qual traduzi com o uso do Google Tradutor, hehehe!
Por fim, também, em outras referências, descobri que o ator fica irritado ao ser confundido com Michael Gambon, que faz Dumbledore, na franquia Harry Potter, depois da morte de Richard Harris.
Em tempo, fiquei em dúvida sobre o uso do porque, por que, porquê e por quê. Logo pesquisei no Google e elegi um endereço confiável como o UOL Educação e lá eu me esclareci quanto ao correto uso.
A Internet mudou a forma de aprender e o comportamento de aprender e pesquisar.
No exemplo acima, de um fato isolado, talvez irrelevante para muitos, que no entanto, demonstra o poder da pesquisa e a velocidade de se obter uma resposta com o uso da Internet. Como ela pode agregar valor e contextualizar muito mais poderosamente, muitas vezes, de uma forma totalmente diferente daquela que inicialmente se pretendia.
Marcadores:
Conhecimento Internet facebook ian McKellen
terça-feira, 14 de junho de 2011
Coisas boas estão por acontecer...
Quando ouço a música Eduardo e Mônica (Legião Urbana) encontro algumas semelhanças com a minha trajetória e mesmo sendo poucas as coincidências, ainda assim, eu me identifico na letra. É como se fosse um mapa astral, na qual encontramos e guardamos para nós as coisas boas que dizem de nós e as coisas boas que queremos que digam de nós.
Há muitos anos eu também tive a minha "Mônica", na qual coincidem trechos como quando ela queria ver um filme do Godard e num outro em que ela gostava do Bandeira, do Bauhaus, de Van Gogh, Mutantes, Caetano e de Rimbaud.
Faz tanto tempo que mal me lembro dos detalhes, das referências artísticas. As personalidades mudam um pouco, mas a essência é quase a mesma.
Lembro certa vez de ter dormido no longo e tedioso filme "E o vento levou...". Trauma ou não, a verdade é que até hoje não assisti à tão famosa película. Em outra ocasião também fui ver Gandhi e sinceramente, meu (baixo) nível cultural à época me permitia apreciar somente Alien, Indiana Jones, De Volta Para o Futuro, Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas e assim por diante...
A maturidade vem com o tempo (muito tempo depois, acho que ainda está fazendo download...), mas a criança e o adolescente não foram embora e nem irão jamais. Ainda me divirto muito com esses filmes. Adoro acompanhar toda a saga de Harry Potter com meus filhos. Mas aprecio todas essas outras criações ditas "cult", assim como aprecio peças de teatro, musicais, telas, orquestras sinfônicas e tantas outras manifestações artísticas. Gosto, mas ainda é cedo para dizer: "eu entendo ou eu conheço".
De tantas oportunidades de conhecimento que a minha "Mônica" me deixou, eu carrego apenas uma única frase que li no filme Reds, não esse que surgiu agora com o Bruce Willis, mas um que retrata a vida do jornalista John Reed, no período da Revolução Russa. Impressionante a minha memória? Para quem não gostava desses filmes, não é mesmo? Pois é, isso é o milagre do Google, o meu oráculo que a tudo responde. Hehehe!
Mas, voltando à frase... No início do filme existem diversas citações e uma delas dizia: "Coisas boas estão por acontecer em nossas vidas... Basta lutar um pouquinho por elas..."
Considero essa frase próxima daquela frase de Santo Agostinho: "... Deus não te salva sem ti..."
Se você é filho de Deus, faça a sua parte, pois Deus sempre fará a parte dEle.
Há muitos anos eu também tive a minha "Mônica", na qual coincidem trechos como quando ela queria ver um filme do Godard e num outro em que ela gostava do Bandeira, do Bauhaus, de Van Gogh, Mutantes, Caetano e de Rimbaud.
Faz tanto tempo que mal me lembro dos detalhes, das referências artísticas. As personalidades mudam um pouco, mas a essência é quase a mesma.
Lembro certa vez de ter dormido no longo e tedioso filme "E o vento levou...". Trauma ou não, a verdade é que até hoje não assisti à tão famosa película. Em outra ocasião também fui ver Gandhi e sinceramente, meu (baixo) nível cultural à época me permitia apreciar somente Alien, Indiana Jones, De Volta Para o Futuro, Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas e assim por diante...
A maturidade vem com o tempo (muito tempo depois, acho que ainda está fazendo download...), mas a criança e o adolescente não foram embora e nem irão jamais. Ainda me divirto muito com esses filmes. Adoro acompanhar toda a saga de Harry Potter com meus filhos. Mas aprecio todas essas outras criações ditas "cult", assim como aprecio peças de teatro, musicais, telas, orquestras sinfônicas e tantas outras manifestações artísticas. Gosto, mas ainda é cedo para dizer: "eu entendo ou eu conheço".
De tantas oportunidades de conhecimento que a minha "Mônica" me deixou, eu carrego apenas uma única frase que li no filme Reds, não esse que surgiu agora com o Bruce Willis, mas um que retrata a vida do jornalista John Reed, no período da Revolução Russa. Impressionante a minha memória? Para quem não gostava desses filmes, não é mesmo? Pois é, isso é o milagre do Google, o meu oráculo que a tudo responde. Hehehe!
Mas, voltando à frase... No início do filme existem diversas citações e uma delas dizia: "Coisas boas estão por acontecer em nossas vidas... Basta lutar um pouquinho por elas..."
Considero essa frase próxima daquela frase de Santo Agostinho: "... Deus não te salva sem ti..."
Se você é filho de Deus, faça a sua parte, pois Deus sempre fará a parte dEle.
Marcadores:
Coisas boas Deus não te salva sem ti acontecer
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Educar não é tão simples...
Quando penso em realizações, penso em duas situações: as que efetivamente foram realizadas e as que nunca aconteceram.
Quando avalio realizações, encontro dois tipos: as que deram certo e as que foram feitas erradas.
Quando procuro entender as erradas, eu me defronto com dois problemas: as culposas, aquelas sem intenção de errar ou feitas na melhor das intenções, e as dolosas, feitas de má fé ou que envolvem a pior das intenções.
Quando vejo a Internet, vislumbro exatamente o foco no qual um país deve direcionar sua educação: "capacitar seu povo a fazer boas escolhas".
A Internet, hoje, assim como todos os meios de comunicação, possui todo o tipo de informação: boa, falsa, tendenciosa, imparcial, importante, desnecessária e tantas outras classificações.
Hoje, o valor da informação não se encontra mais nela e sim no ser humano que a utiliza, que sabe usá-la com sabedoria e com responsabilidade. A informação é como a energia nuclear, pode ser útil ou pode se transformar em uma bomba.
A informação é algo tão sensível que, mesmo sendo usada para o bem, pode apresentar efeitos colaterais.
Capacitar pessoas para fazer escolhas é ensiná-las a tomar suas próprias decisões. É fazer com que elas se preocupem com as desigualdades no acesso às informações, aumento da competividade, aumento da produtividade, valorização do trabalho e senso crítico. Um povo esclarecido raramente será manipulado ou enganado e respeitará a democracia. Terá plena consciência de suas responsabilidades e deveres. Dará legitimidade constitucional ao acesso e aos direitos de seus semelhantes.
Na verdade, a responsabilidade crítica fará muito mais que permitir escolher um candidato ou saber em quem votar. Ela fará com que os cidadãos, na paz, saibam conduzir os candidatos eleitos às soluções, que o país precisa para melhorar a qualidade de vida do povo em geral, da maneira mais digna, da forma mais duradoura, na intenção mais abrangente e justa possível.
Quando analiso a Internet como veículo de democracia, percebo que ela não está disponível para todos. Quando está disponível, ainda falta conhecimento aos que tem acesso em saber como utilizá-la com excelência.
Aos que sabem utilizá-la com excelência, ainda falta o discernimento de filtrar as falsas das verdadeiras informações, as boas das más informações, as importantes das que são lixo.
Aos que sabem filtrar ainda pode faltar-lhes a plena capacidade de produzir novos conhecimentos, agregar valor e ser um formador de opinião. Afinal, a este é dado o dom da sabedoria e seu dever é levar a compreensão aos demais, democratizando o conhecimento para a construção de uma sociedade melhor, mais desenvolvida e mais evoluída.
Logo, os níveis de desenvolvimento passam por diversos estágios. Antes de saber educar, é preciso saber como educar, mas como educar é uma ação que já existe e está em constante mudança, pois diversos são os aspectos da educação: abrangência territorial, faixa etária ou de renda, história, família, urbanidade ou ruralidade, etnias, acessibilidade. São tantos aspectos, conforme a diversidade de um povo.
O grau de esclarecimento de um povo reflete a sua educação. A sua educação pode ser medida por suas realizações e, principalmente, pela qualidade das suas realizações. Oriundas do seu senso crítico, da capacidade de escolher, da análise e da compreensão, do acesso às informações, da possibilidade de ler e entender.
Por fim, na possibilidade de ter acesso a um educador. Um educador digno e capaz, satisfeito e convicto de sua missão.
Educar não é tão simples, mas é um bom começo.
Quando avalio realizações, encontro dois tipos: as que deram certo e as que foram feitas erradas.
Quando procuro entender as erradas, eu me defronto com dois problemas: as culposas, aquelas sem intenção de errar ou feitas na melhor das intenções, e as dolosas, feitas de má fé ou que envolvem a pior das intenções.
Quando vejo a Internet, vislumbro exatamente o foco no qual um país deve direcionar sua educação: "capacitar seu povo a fazer boas escolhas".
A Internet, hoje, assim como todos os meios de comunicação, possui todo o tipo de informação: boa, falsa, tendenciosa, imparcial, importante, desnecessária e tantas outras classificações.
Hoje, o valor da informação não se encontra mais nela e sim no ser humano que a utiliza, que sabe usá-la com sabedoria e com responsabilidade. A informação é como a energia nuclear, pode ser útil ou pode se transformar em uma bomba.
A informação é algo tão sensível que, mesmo sendo usada para o bem, pode apresentar efeitos colaterais.
Capacitar pessoas para fazer escolhas é ensiná-las a tomar suas próprias decisões. É fazer com que elas se preocupem com as desigualdades no acesso às informações, aumento da competividade, aumento da produtividade, valorização do trabalho e senso crítico. Um povo esclarecido raramente será manipulado ou enganado e respeitará a democracia. Terá plena consciência de suas responsabilidades e deveres. Dará legitimidade constitucional ao acesso e aos direitos de seus semelhantes.
Na verdade, a responsabilidade crítica fará muito mais que permitir escolher um candidato ou saber em quem votar. Ela fará com que os cidadãos, na paz, saibam conduzir os candidatos eleitos às soluções, que o país precisa para melhorar a qualidade de vida do povo em geral, da maneira mais digna, da forma mais duradoura, na intenção mais abrangente e justa possível.
Quando analiso a Internet como veículo de democracia, percebo que ela não está disponível para todos. Quando está disponível, ainda falta conhecimento aos que tem acesso em saber como utilizá-la com excelência.
Aos que sabem utilizá-la com excelência, ainda falta o discernimento de filtrar as falsas das verdadeiras informações, as boas das más informações, as importantes das que são lixo.
Aos que sabem filtrar ainda pode faltar-lhes a plena capacidade de produzir novos conhecimentos, agregar valor e ser um formador de opinião. Afinal, a este é dado o dom da sabedoria e seu dever é levar a compreensão aos demais, democratizando o conhecimento para a construção de uma sociedade melhor, mais desenvolvida e mais evoluída.
Logo, os níveis de desenvolvimento passam por diversos estágios. Antes de saber educar, é preciso saber como educar, mas como educar é uma ação que já existe e está em constante mudança, pois diversos são os aspectos da educação: abrangência territorial, faixa etária ou de renda, história, família, urbanidade ou ruralidade, etnias, acessibilidade. São tantos aspectos, conforme a diversidade de um povo.
O grau de esclarecimento de um povo reflete a sua educação. A sua educação pode ser medida por suas realizações e, principalmente, pela qualidade das suas realizações. Oriundas do seu senso crítico, da capacidade de escolher, da análise e da compreensão, do acesso às informações, da possibilidade de ler e entender.
Por fim, na possibilidade de ter acesso a um educador. Um educador digno e capaz, satisfeito e convicto de sua missão.
Educar não é tão simples, mas é um bom começo.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A Parábola da Indecisão...
Recebi a seguinte parábola por meio de um e-mail...
"Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo. O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
- Hei, desce do muro agora... Vem pra cá!!!!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
-É porque o muro é meu!!!
Conclusão: Se você não decidiu seguir a Deus então você está seguindo a Satanás. Não existe meio termo. Sinto dizer que o muro tem dono.
Pense nisso..."
"Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo. O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
- Hei, desce do muro agora... Vem pra cá!!!!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
-É porque o muro é meu!!!
Conclusão: Se você não decidiu seguir a Deus então você está seguindo a Satanás. Não existe meio termo. Sinto dizer que o muro tem dono.
Pense nisso..."
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Pessoas em nossas vidas...
Selecionei uma coletânea de mensagens que recebi...
"O destino coloca as pessoas em nossas vidas, as atitudes decidem quem fica!"
"Aprendi que um sorriso é uma maneira econômica de melhorar teu aspecto."
"Aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda a felicidade está durante a subida."
"Aprendi que temos que aproveitar da viagem e não apenas pensar na chegada."
"O destino coloca as pessoas em nossas vidas, as atitudes decidem quem fica!"
"Aprendi que um sorriso é uma maneira econômica de melhorar teu aspecto."
"Aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda a felicidade está durante a subida."
"Aprendi que temos que aproveitar da viagem e não apenas pensar na chegada."
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Os mandamentos...
Um decálogo de mandamentos foram trazidos no Velho Testamento, os quais ainda são seguidos.
Jesus não veio para mudar a lei, mas aprimorou as leis deixando este mandamento: "Amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo".
Padre Luiz, certa vez, em sua homilia disse que dos dez mandamentos, dois eram para Deus e o restante para os Homens. Jesus, da mesma forma, colocou a primeira parte do seu mandamento para Deus e seguiu-se o restante para os Homens.
Os demais mandamentos tentam estabelecer regras de convivência entre o Homens, para diminuir o seu sofrimento nesta vida. Nem sempre, deixar de seguir os mandamentos irão desagradar a Deus, mas poderão magoar ou prejudicar o próximo.
O que entristecerá a Deus é toda e qualquer ação que possa afastar alguém do caminho da Salvação e essas ações devem ser as nossas preocupações.
Jesus não veio para mudar a lei, mas aprimorou as leis deixando este mandamento: "Amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo".
Padre Luiz, certa vez, em sua homilia disse que dos dez mandamentos, dois eram para Deus e o restante para os Homens. Jesus, da mesma forma, colocou a primeira parte do seu mandamento para Deus e seguiu-se o restante para os Homens.
Os demais mandamentos tentam estabelecer regras de convivência entre o Homens, para diminuir o seu sofrimento nesta vida. Nem sempre, deixar de seguir os mandamentos irão desagradar a Deus, mas poderão magoar ou prejudicar o próximo.
O que entristecerá a Deus é toda e qualquer ação que possa afastar alguém do caminho da Salvação e essas ações devem ser as nossas preocupações.
As Faces do Perdão...
O perdão possui três faces, a primeira é aquela quando eu perdoo alguém; a segunda, quando sou perdoado por alguém; e a terceira é quando eu me perdoo.
Em uma confissão comunitária, Padre Luiz, disse: "Deus perdoa sempre, os Homens algumas vezes, a Natureza jamais". Por essa razão, perdoar apesar de ser algo factível, pode não trazer marca alguma ou pode deixar uma cicatriz ou ainda alguma sequela. Normalmente as sequelas podem impedir o pleno perdão.
No filme "A Partida (Oscar de melhor filme estrangeiro)", temos a oportunidade de ver todas essas citadas faces do perdão, sempre envolvidas em nuances, como as citadas na confissão comunitária, que tornam esse perdão algo ainda mais complexo.
Nesse filme o ator principal, Daigo, é músico de uma orquestra que foi desfeita e por isso troca sua profissão por outra um tanto quanto polêmica. E, no desenrolar da estória, acaba não contando à sua esposa os detalhes do novo trabalho, que, por preconceito, abandona o esposo. Mais tarde, contudo, ele será perdoado por ela.
Em uma outra vertente de sua estória, Daigo é incapaz de perdoar o pai, que o abandonara quando criança. É quando recebe um telegrama no qual é notificado que seu pai, até então em lugar incerto, falecera. Depois de relutar um pouco, é convencido e resolve resgatar o corpo do pai em uma cidade de pescadores. Essa decisão marca o seu perdão ao pai.
E por esse gesto ele descobre que seu pai jamais esquecera o filho que um dia abandonara. Aquele pai, apesar de todo o sofrimento e arrependimento e toda saudade, não foi capaz de se perdoar e negou até a morte todo o amor que poderia ter recebido de seu filho, bem como todo o amor que poderia oferecer a ele, se, é claro, seu filho o perdoasse. Infelizmente, a incapacidade de perdoar os outros, de sermos perdoados pelos outros e ainda de perdoarmos a nós mesmos são as bolas de chumbos que se prendem aos nossos pés e nos deixam estagnados, sem que possamos avançar também no tempo. Retiram de nós a oportunidade de poder crescer e amadurecer.
Existem outros aspectos do perdão que são retratados em diferentes personagens, com os quais Daigo interage durante todo o filme, vislumbrados em seu árduo trabalho.
Eu vejo nessa ficção, tantas coincidências e analogias com o dia a dia, muitas revelações do nosso cotidiano e constato que há tanta oportunidade de amor desperdiçada, por orgulho, preconceito e outros tantos preceitos que nos distanciam das pessoas que amamos e de Deus.
O preciso entender sobre o que vem a ser o perdão, que ele representa a nossa própria libertação e continuidade para uma vida renovada, para que possamos prosseguir futuro a dentro. Dessas três faces, a mais importante é o perdão pessoal, tendo em vista que "Deus perdoa sempre...", os outros podem ou não nos perdoar, mas nós precisamos perdoar sempre, além dos nossos semelhantes, a nós mesmos (principalmente). Um perdoar humano, não precisa ser Divino. Perdoar é simplesmente não julgar, não condenar. Não significa uma nova oportunidade. Afinal, dar uma nova chance nada tem a ver com o perdão. A pessoa a quem perdoamos é que deve dar para si uma segunda chance. Repito, perdoar e segunda chance são coisas diferentes, ou como dizem: você pode perdoar, mas não necessariamente conciliar. Considero que perdoar é quase uma obrigação; conciliar é uma discricionariedade. Para mim, algo que só ocorre de pai para filho. Enfim, espero que você se perdoe e se dê uma segunda chance todas as vezes que errar. Conselho: faça isso e viva mais feliz! O mundo que não o perdoa já é punição mais que suficiente.
Em uma confissão comunitária, Padre Luiz, disse: "Deus perdoa sempre, os Homens algumas vezes, a Natureza jamais". Por essa razão, perdoar apesar de ser algo factível, pode não trazer marca alguma ou pode deixar uma cicatriz ou ainda alguma sequela. Normalmente as sequelas podem impedir o pleno perdão.
No filme "A Partida (Oscar de melhor filme estrangeiro)", temos a oportunidade de ver todas essas citadas faces do perdão, sempre envolvidas em nuances, como as citadas na confissão comunitária, que tornam esse perdão algo ainda mais complexo.
Nesse filme o ator principal, Daigo, é músico de uma orquestra que foi desfeita e por isso troca sua profissão por outra um tanto quanto polêmica. E, no desenrolar da estória, acaba não contando à sua esposa os detalhes do novo trabalho, que, por preconceito, abandona o esposo. Mais tarde, contudo, ele será perdoado por ela.
Em uma outra vertente de sua estória, Daigo é incapaz de perdoar o pai, que o abandonara quando criança. É quando recebe um telegrama no qual é notificado que seu pai, até então em lugar incerto, falecera. Depois de relutar um pouco, é convencido e resolve resgatar o corpo do pai em uma cidade de pescadores. Essa decisão marca o seu perdão ao pai.
E por esse gesto ele descobre que seu pai jamais esquecera o filho que um dia abandonara. Aquele pai, apesar de todo o sofrimento e arrependimento e toda saudade, não foi capaz de se perdoar e negou até a morte todo o amor que poderia ter recebido de seu filho, bem como todo o amor que poderia oferecer a ele, se, é claro, seu filho o perdoasse. Infelizmente, a incapacidade de perdoar os outros, de sermos perdoados pelos outros e ainda de perdoarmos a nós mesmos são as bolas de chumbos que se prendem aos nossos pés e nos deixam estagnados, sem que possamos avançar também no tempo. Retiram de nós a oportunidade de poder crescer e amadurecer.
Existem outros aspectos do perdão que são retratados em diferentes personagens, com os quais Daigo interage durante todo o filme, vislumbrados em seu árduo trabalho.
Eu vejo nessa ficção, tantas coincidências e analogias com o dia a dia, muitas revelações do nosso cotidiano e constato que há tanta oportunidade de amor desperdiçada, por orgulho, preconceito e outros tantos preceitos que nos distanciam das pessoas que amamos e de Deus.
O preciso entender sobre o que vem a ser o perdão, que ele representa a nossa própria libertação e continuidade para uma vida renovada, para que possamos prosseguir futuro a dentro. Dessas três faces, a mais importante é o perdão pessoal, tendo em vista que "Deus perdoa sempre...", os outros podem ou não nos perdoar, mas nós precisamos perdoar sempre, além dos nossos semelhantes, a nós mesmos (principalmente). Um perdoar humano, não precisa ser Divino. Perdoar é simplesmente não julgar, não condenar. Não significa uma nova oportunidade. Afinal, dar uma nova chance nada tem a ver com o perdão. A pessoa a quem perdoamos é que deve dar para si uma segunda chance. Repito, perdoar e segunda chance são coisas diferentes, ou como dizem: você pode perdoar, mas não necessariamente conciliar. Considero que perdoar é quase uma obrigação; conciliar é uma discricionariedade. Para mim, algo que só ocorre de pai para filho. Enfim, espero que você se perdoe e se dê uma segunda chance todas as vezes que errar. Conselho: faça isso e viva mais feliz! O mundo que não o perdoa já é punição mais que suficiente.
Existe diferença entre Fidelidade e Lealdade?
Na fidelidade eu sigo ou devo me submeter às regras de quem eu quero seguir.
A Igreja é um exemplo. Quem quiser segui-la deve respeitar os seus dogmas, preceitos, princípios e crenças e vivê-los conforme ela estabelece e dessa forma seremos considerados fiéis.
A fidelidade se liga a padrões de conduta ou mesmo padrões de qualidade. Um aparelho de som se diz de alta fidelidade, quando reproduz o som dentro dos padrões estabelecidos de qualidade. Se diz também de produtos fabricados que são fiéis a um padrão de mercado, norma, especificação ou convenção.
Já a lealdade não cobra regras pré-estabelecidas. Se eu quiser seguir a algum ente, será por meio de minhas crenças e eu mesmo estabelecerei as regras de como essa minha lealdade se promoverá.
Quando eu faço um juramento de defender a Pátria, na verdade, estou jurando lealdade, pois não importa como eu vou defendê-la. Eu a defenderei conforme os meus princípios e valores.
Vi certa vez em um desses filmes americanos, cujo tema era casamento, no qual os noivos escreviam em uma caderneta os seus votos, que seria como uma carta de intenções para a vida conjugal. Esse é o típico casamento no qual eu diria que os noivos são leais um ao outro, pois cada um estabelece as suas próprias intenções com as quais irão conduzir o matrimônio. Apesar de o outro poder concordar ou não com as intenções do seu futuro parceiro, você não dita as regras, mas, a princípio, avalia, discute e concorda com o que o outro estabelece em seus votos.
Por fim, a fidelidade é algo que só se materializa em meio físico e lealdade se materializa no campo espiritual. Uma pode durar a vida toda, a outra transcende a vida. A fidelidade é dedicada ao outro, ou seja, ser infiel é normalmente ferir a outra pessoa. A lealdade é reflexiva, ou seja, ser desleal é normalmente trair os próprios princípios e valores.
Veja melhor a respeito em Relacionamentos: Lealdade ou fidelidade? de Jacqueline Meireles - Psicóloga/Consultora
A Igreja é um exemplo. Quem quiser segui-la deve respeitar os seus dogmas, preceitos, princípios e crenças e vivê-los conforme ela estabelece e dessa forma seremos considerados fiéis.
A fidelidade se liga a padrões de conduta ou mesmo padrões de qualidade. Um aparelho de som se diz de alta fidelidade, quando reproduz o som dentro dos padrões estabelecidos de qualidade. Se diz também de produtos fabricados que são fiéis a um padrão de mercado, norma, especificação ou convenção.
Já a lealdade não cobra regras pré-estabelecidas. Se eu quiser seguir a algum ente, será por meio de minhas crenças e eu mesmo estabelecerei as regras de como essa minha lealdade se promoverá.
Quando eu faço um juramento de defender a Pátria, na verdade, estou jurando lealdade, pois não importa como eu vou defendê-la. Eu a defenderei conforme os meus princípios e valores.
Vi certa vez em um desses filmes americanos, cujo tema era casamento, no qual os noivos escreviam em uma caderneta os seus votos, que seria como uma carta de intenções para a vida conjugal. Esse é o típico casamento no qual eu diria que os noivos são leais um ao outro, pois cada um estabelece as suas próprias intenções com as quais irão conduzir o matrimônio. Apesar de o outro poder concordar ou não com as intenções do seu futuro parceiro, você não dita as regras, mas, a princípio, avalia, discute e concorda com o que o outro estabelece em seus votos.
Por fim, a fidelidade é algo que só se materializa em meio físico e lealdade se materializa no campo espiritual. Uma pode durar a vida toda, a outra transcende a vida. A fidelidade é dedicada ao outro, ou seja, ser infiel é normalmente ferir a outra pessoa. A lealdade é reflexiva, ou seja, ser desleal é normalmente trair os próprios princípios e valores.
Veja melhor a respeito em Relacionamentos: Lealdade ou fidelidade? de Jacqueline Meireles - Psicóloga/Consultora
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Rachaduras...
O que vou te dizer não é nada inédito, são fragmentos de coisas que escrevo aos meus amigos, como forma de manter uma boa amizade e tentar quem sabe diminuir as distâncias que a vida impõe diante das atitudes importantes e dos verdadeiros valores. A coisa que talvez mais falte para nós é um tempo para nós mesmos. Não é nada físico, mas espiritual. É fazer uma higiene mental, é meditar e elaborar, ter tempo para idéias. É o tempo para trocar idéias...
Outro dia, um amigo aqui do meu setor falou sobre a rede de amigos...
Coisas que devemos fazer para aumentar a nossa rede de relacionamento e também de como mantê-la.
E uma dessas coisas era ligar todos os dias para pelo menos dois amigos.
Dois amigos por dia talvez seja muito pouco, mas no tempo isso pode se tornar infinitamente grande, pelo tanto que gostaríamos de conversar e pelo pouco que o trabalho nos permite ficar ao telefone. Não estou falando ainda de encontrar os amigos pessoalmente.
Na realidade, eu recebo muitos e-mails todos os dias, mas mal tenho tempo de lê-los e poucos vem com uma dedicação especial dos amigos. Eu costumava escrever muito, mas ultimamente, eu me ocupo em coisas que não sei se valem tanto a pena, não tanto quanto dialogar com alguém, porque parece que só se vive se conversamos com nossos amigos, se trocamos idéias, se vemos o sorriso, se percebemos as suas impressões, se alguém nos faz crescer mais um pouco, se alguém nos faz sentir especial. Acho que somos especiais, mas não temos tempo para dizer isso e vivenciar isso.
É preciso ter um tempo para regar as nossas flores, porque senão não teremos nada para oferecer aos nossos amigos. E para isso, às vezes, é melhor que a vida provoque rachaduras do que nos deixar em cacos, sem poder cumprir uma parte da missão que nos cabe. E no tempo que nos resta, mesmo que ainda seja muito, não carrego grandes ambições. Se as rachaduras me permitirem ser um bom pai ou um bom amigo, já terá valido a pena.
Sobre as rachaduras, eu recebi uma mensagem por e-mail com o seguinte conteúdo...
"Uma senhora chinesa já idosa, carregava dois vasos grandes, cada um pendurado na ponta de uma madeira que se apoiava em seus ombros.
Um dos vasos tinha uma rachadura e o outro era perfeito e sempre levava todo o seu conteúdo de água.
No fim do longo percurso o vaso defeituoso chegava sempre com a metade do seu conteúdo.
E foi assim por dois longos anos, a senhora idosa levava para casa um vaso e meio de água.
O vaso perfeito era orgulhoso, pois cumpria sempre a sua obrigação.
O vaso com defeito, ao contrário, envergonhava-se da sua imperfeição; perdia sempre metade do seu conteúdo.
Depois de dois anos, reconhecendo seu defeito, durante um trajeto, falou com a senhora idosa:
- Sinto muito, que por causa do meu defeito, perca metade do meu conteúdo.
A senhora idosa sorriu e disse: - Já reparaste nas flores que estão do teu lado? Enquanto no outro lado, não. Isto porque eu sempre soube que em ti havia uma rachadura, então, plantei sementes do teu lado e a cada dia que fazia esse trajeto, tu regavas as sementes. Por dois anos recolhi estas maravilhosas flores para decorar a nossa mesa. Sem ti e a tua maneira de ser, não seria possível esta beleza para alegrar a nossa casa.
Cada um de nós tem o seu defeito particular...
Mas são as rachaduras e os defeitos que fazem as nossas vidas assim, interessantes e gratificantes.
Devemos aceitar as pessoas como são, procurando ver nelas aquilo que têm de melhor."
Outro dia, um amigo aqui do meu setor falou sobre a rede de amigos...
Coisas que devemos fazer para aumentar a nossa rede de relacionamento e também de como mantê-la.
E uma dessas coisas era ligar todos os dias para pelo menos dois amigos.
Dois amigos por dia talvez seja muito pouco, mas no tempo isso pode se tornar infinitamente grande, pelo tanto que gostaríamos de conversar e pelo pouco que o trabalho nos permite ficar ao telefone. Não estou falando ainda de encontrar os amigos pessoalmente.
Na realidade, eu recebo muitos e-mails todos os dias, mas mal tenho tempo de lê-los e poucos vem com uma dedicação especial dos amigos. Eu costumava escrever muito, mas ultimamente, eu me ocupo em coisas que não sei se valem tanto a pena, não tanto quanto dialogar com alguém, porque parece que só se vive se conversamos com nossos amigos, se trocamos idéias, se vemos o sorriso, se percebemos as suas impressões, se alguém nos faz crescer mais um pouco, se alguém nos faz sentir especial. Acho que somos especiais, mas não temos tempo para dizer isso e vivenciar isso.
É preciso ter um tempo para regar as nossas flores, porque senão não teremos nada para oferecer aos nossos amigos. E para isso, às vezes, é melhor que a vida provoque rachaduras do que nos deixar em cacos, sem poder cumprir uma parte da missão que nos cabe. E no tempo que nos resta, mesmo que ainda seja muito, não carrego grandes ambições. Se as rachaduras me permitirem ser um bom pai ou um bom amigo, já terá valido a pena.
Sobre as rachaduras, eu recebi uma mensagem por e-mail com o seguinte conteúdo...
"Uma senhora chinesa já idosa, carregava dois vasos grandes, cada um pendurado na ponta de uma madeira que se apoiava em seus ombros.
Um dos vasos tinha uma rachadura e o outro era perfeito e sempre levava todo o seu conteúdo de água.
No fim do longo percurso o vaso defeituoso chegava sempre com a metade do seu conteúdo.
E foi assim por dois longos anos, a senhora idosa levava para casa um vaso e meio de água.
O vaso perfeito era orgulhoso, pois cumpria sempre a sua obrigação.
O vaso com defeito, ao contrário, envergonhava-se da sua imperfeição; perdia sempre metade do seu conteúdo.
Depois de dois anos, reconhecendo seu defeito, durante um trajeto, falou com a senhora idosa:
- Sinto muito, que por causa do meu defeito, perca metade do meu conteúdo.
A senhora idosa sorriu e disse: - Já reparaste nas flores que estão do teu lado? Enquanto no outro lado, não. Isto porque eu sempre soube que em ti havia uma rachadura, então, plantei sementes do teu lado e a cada dia que fazia esse trajeto, tu regavas as sementes. Por dois anos recolhi estas maravilhosas flores para decorar a nossa mesa. Sem ti e a tua maneira de ser, não seria possível esta beleza para alegrar a nossa casa.
Cada um de nós tem o seu defeito particular...
Mas são as rachaduras e os defeitos que fazem as nossas vidas assim, interessantes e gratificantes.
Devemos aceitar as pessoas como são, procurando ver nelas aquilo que têm de melhor."
terça-feira, 24 de maio de 2011
Empatia...
André, no seu Facebook diz: "Eu e Camila estamos montando uma palestra sobre "Harmonia Conjugal" e gostaríamos da ajuda de vocês. Quando se fala em "Harmonia Conjugal" qual a primeira palavra que vem a sua cabeça???"
Eu respondi: INDIVIDUALIDADE. Na colaboração da Aline, contato do André, cheguei a conclusão de que a melhor palavra é EMPATIA. Porque individualidade é uma visão reflexiva e a empatia é se colocar no lugar da outra pessoa. Por isso troquei o título original de Individualidade para Empatia.
Harmonia me leva a pensar em música e normalmente a harmonia está relacionada a pelo menos duas notas que soam diferentes.
Talvez houvesse uma época em que algumas combinações de notas soariam como sendo desarmonia, então surgiram outros músicos que inventaram uma tal de dissonância e hoje não existem notas diferentes que não soem em harmonia.
Uma coisa é certa, transcrevendo tudo isso para a vida, vejo que não importa com quais notas cada casal esteja se harmonizando, isso será independente, inclusive de quais instrumentos estarão produzindo o som. Mas será importante a melodia que constróem, que formará algo maior que é a música que eles compõe.
Eles podem ser apenas em duplas ou fazer parte de uma grande orquestra. O importante é que respeitem-se e compreendam onde querem chegar e como irão fazer essa trajetória. O respeito à individualidade é o ponto chave de qualquer harmonia. É compreender que o casal é constituído de duas pessoas, mas soam como se fosse uma única música. É entender que existem limitações, afinal cada instrumento tem seu próprio timbre, sua clave natural. É saber que instrumentos envelhecem, tem seus próprios pensamentos e também precisam ter seus instantes de solidão. Que às vezes não poderão tocar sua própria música, e sim, seguir rigidamente a sua partitura. É saber que ser feito um para o outro depende de muitos ensaios. É uma contínua construção.
Eu respondi: INDIVIDUALIDADE. Na colaboração da Aline, contato do André, cheguei a conclusão de que a melhor palavra é EMPATIA. Porque individualidade é uma visão reflexiva e a empatia é se colocar no lugar da outra pessoa. Por isso troquei o título original de Individualidade para Empatia.
Harmonia me leva a pensar em música e normalmente a harmonia está relacionada a pelo menos duas notas que soam diferentes.
Talvez houvesse uma época em que algumas combinações de notas soariam como sendo desarmonia, então surgiram outros músicos que inventaram uma tal de dissonância e hoje não existem notas diferentes que não soem em harmonia.
Uma coisa é certa, transcrevendo tudo isso para a vida, vejo que não importa com quais notas cada casal esteja se harmonizando, isso será independente, inclusive de quais instrumentos estarão produzindo o som. Mas será importante a melodia que constróem, que formará algo maior que é a música que eles compõe.
Eles podem ser apenas em duplas ou fazer parte de uma grande orquestra. O importante é que respeitem-se e compreendam onde querem chegar e como irão fazer essa trajetória. O respeito à individualidade é o ponto chave de qualquer harmonia. É compreender que o casal é constituído de duas pessoas, mas soam como se fosse uma única música. É entender que existem limitações, afinal cada instrumento tem seu próprio timbre, sua clave natural. É saber que instrumentos envelhecem, tem seus próprios pensamentos e também precisam ter seus instantes de solidão. Que às vezes não poderão tocar sua própria música, e sim, seguir rigidamente a sua partitura. É saber que ser feito um para o outro depende de muitos ensaios. É uma contínua construção.
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domingo, 22 de maio de 2011
O Poder das Palavras...
Existem tantas maneiras de se dizer a mesma coisa, existem tantas entonações para as mesmas palavras e existem tantas interpretações quantos forem os ouvintes e leitores.
Muitas vezes não é necessário uma única sílaba para tocar o coração das pessoas, mas estas pessoas precisam estar com os olhos da sensibilidade bem atentos.
Aprender a se comunicar é importante, saber interpretar os estímulos que recebemos, mais importante ainda, pois só se pode oferecer aos outros aquilo que possuímos.
E ao aprender, cada dia um pouco e sempre, é preciso educar os olhos do coração para enxergar mais longe de quem está próximo, mais interiormente, dentro de nós e dentro dos outros.
Esse processo todo chama-se desmistificar. É se permitir ouvir uma boa música, ler o livro por inteiro, assistir por completo um filme... Fazer amigos, desmistificá-los, ouvir sua música, entender seus pensamentos, conhecer as suas vidas... Desmistificar é dar oportunidade não só aos outros, mas a si mesmo.
Muitas vezes não é necessário uma única sílaba para tocar o coração das pessoas, mas estas pessoas precisam estar com os olhos da sensibilidade bem atentos.
Aprender a se comunicar é importante, saber interpretar os estímulos que recebemos, mais importante ainda, pois só se pode oferecer aos outros aquilo que possuímos.
E ao aprender, cada dia um pouco e sempre, é preciso educar os olhos do coração para enxergar mais longe de quem está próximo, mais interiormente, dentro de nós e dentro dos outros.
Esse processo todo chama-se desmistificar. É se permitir ouvir uma boa música, ler o livro por inteiro, assistir por completo um filme... Fazer amigos, desmistificá-los, ouvir sua música, entender seus pensamentos, conhecer as suas vidas... Desmistificar é dar oportunidade não só aos outros, mas a si mesmo.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
O jardim...
No mundo de hoje, algumas pessoas mandam flores, mas por falta de tempo, muitos cultivam jardins, sem ao menos colher uma flor. Sem oferecê-las a alguém.
Os jardins estão lá, floridos, mas poucos, também pela falta de tempo, irão caminhar até o nosso cantinho para ver o que semeamos ou o que podemos oferecer.
Na verdade, estamos na estrada em alta velocidade, nos esquecendo que a paisagem na janela é mais importante que o destino. A viagem sem as paradas, sem as fotografias dos jardins, não tem valor algum. Não se vive só de sonhos e imaginação. A realidade que habita em nós é o que alimenta a nossa imaginação e os nossos sonhos.
Plante um jardim e ofereça flores todos os dias, não importa a quem, mas ofereça.
"Uma feliz recordação, talvez seja sobre a Terra mais verdadeira que a própria felicidade."
Os jardins estão lá, floridos, mas poucos, também pela falta de tempo, irão caminhar até o nosso cantinho para ver o que semeamos ou o que podemos oferecer.
Na verdade, estamos na estrada em alta velocidade, nos esquecendo que a paisagem na janela é mais importante que o destino. A viagem sem as paradas, sem as fotografias dos jardins, não tem valor algum. Não se vive só de sonhos e imaginação. A realidade que habita em nós é o que alimenta a nossa imaginação e os nossos sonhos.
Plante um jardim e ofereça flores todos os dias, não importa a quem, mas ofereça.
"Uma feliz recordação, talvez seja sobre a Terra mais verdadeira que a própria felicidade."
terça-feira, 26 de abril de 2011
Entre o Ser e o Ter
Outro dia naveguei pelo Orkut das minhas crianças e seus amigos e não pude deixar de perceber alguns deles com centenas de pessoas nas suas respectivas redes de relacionamento. Meus filhos me disseram que eles faziam competição entre eles para ver quem conseguiria ter mais conhecidos.
A minha criação que deve estar nos primórdios do abecedário desconhece o verbo ter nessa ênfase atual.
Por exemplo, eu penso que sou pai e não, o contrário, eu tenho filhos. Os filhos são emprestados a mim por Deus. Esta é a essência do batismo. E a diferença essencial entre o ter e ser é esta: não é preciso ter para ser.
Eu sou amigo. Eu não tenho quinhentas pessoas na minha rede de relacionamento. Eu devo ter mais de cinquenta, não sei. Não preciso contá-los, pois muitos deles nem possuem Orkut, mal sabem o que isso significa.
Eu mal consigo conversar com todos eles ao menos uma vez por ano, mas somos amigos. Continuamos a ser verdadeiramente amigos, porque ninguém é de ninguém. Meus amigos são emprestados a mim por Deus.
A minha criação que deve estar nos primórdios do abecedário desconhece o verbo ter nessa ênfase atual.
Por exemplo, eu penso que sou pai e não, o contrário, eu tenho filhos. Os filhos são emprestados a mim por Deus. Esta é a essência do batismo. E a diferença essencial entre o ter e ser é esta: não é preciso ter para ser.
Eu sou amigo. Eu não tenho quinhentas pessoas na minha rede de relacionamento. Eu devo ter mais de cinquenta, não sei. Não preciso contá-los, pois muitos deles nem possuem Orkut, mal sabem o que isso significa.
Eu mal consigo conversar com todos eles ao menos uma vez por ano, mas somos amigos. Continuamos a ser verdadeiramente amigos, porque ninguém é de ninguém. Meus amigos são emprestados a mim por Deus.
sábado, 23 de abril de 2011
A arte de ouvir...
Às vezes os problemas se acumulam, mas nada extrapola as paredes de nossa pele. Algumas vezes ela se denuncia por uma lágrima e deixa o nosso olhar um pouco entristecido pela vermelhidão dos olhos. Algo escondido fica visível contra a nossa vontade.
Não importa muito o quanto as dificuldades podem nos corroer, se é que podem. Na verdade, o que mais nos desanima é a perspectiva de caminhar sozinho. Na dança da vida cada um faz a sua parte sozinho.
O que corroe é a falta de um recanto, a ausência de um ombro no qual possamos simplesmente descansar.
Na hora das incertezas, precisamos de muito pouco, alguém para nos ouvir ou ainda simplesmente um abraço. Não nos custa nada e é um bem que nos faz bem também, resgatando nossa humanidade por vezes esquecida.
Não importa muito o quanto as dificuldades podem nos corroer, se é que podem. Na verdade, o que mais nos desanima é a perspectiva de caminhar sozinho. Na dança da vida cada um faz a sua parte sozinho.
O que corroe é a falta de um recanto, a ausência de um ombro no qual possamos simplesmente descansar.
Na hora das incertezas, precisamos de muito pouco, alguém para nos ouvir ou ainda simplesmente um abraço. Não nos custa nada e é um bem que nos faz bem também, resgatando nossa humanidade por vezes esquecida.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Feliz Recordação
Diz um antigo pensamento que "uma feliz recordação talvez seja sobre a terra, mais verdadeira que a própria felicidade..."
É errado dizer que somos pessoas felizes. O correto é dizer que estamos felizes.
Não importa muito até quando irá durar.
Nada é duradouro e no momento que acaba, as recordações impulsionam nosso corpo, atenuando a passagem.
Isso é o que acontece nos intervalos dos encontros e não percebemos. Valorizamos demais as grandes lacunas, como se ali fosse a chegada.
No filme Carros "o importante é a viagem e não o destino..." nos ensina a degustar e não somente alimentar.
E o mais importante é que podemos proporcionar felizes recordações uns aos outros. Não é tão simples fazer do nosso mundo, um mundo melhor, mas faça.
É errado dizer que somos pessoas felizes. O correto é dizer que estamos felizes.
Não importa muito até quando irá durar.
Nada é duradouro e no momento que acaba, as recordações impulsionam nosso corpo, atenuando a passagem.
Isso é o que acontece nos intervalos dos encontros e não percebemos. Valorizamos demais as grandes lacunas, como se ali fosse a chegada.
No filme Carros "o importante é a viagem e não o destino..." nos ensina a degustar e não somente alimentar.
E o mais importante é que podemos proporcionar felizes recordações uns aos outros. Não é tão simples fazer do nosso mundo, um mundo melhor, mas faça.
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sábado, 2 de abril de 2011
José Alencar...
José Alencar, nos deixou um legado de muitas obras, nenhum monumento em praça pública e, sim, no coração de todos que tiveram a oportunidade de sua companhia.
Dentre os muitos exemplos que deixou e das muitas coisas que também disse, deixo abaixo uma das frases que reflete toda uma atitude de vida diante de Deus:
"Se Deus quiser me levar, Ele não precisa de câncer para isso.
E se Ele não quiser que eu vá, não há câncer que me leve..."
Dentre os muitos exemplos que deixou e das muitas coisas que também disse, deixo abaixo uma das frases que reflete toda uma atitude de vida diante de Deus:
"Se Deus quiser me levar, Ele não precisa de câncer para isso.
E se Ele não quiser que eu vá, não há câncer que me leve..."
Roda-viva
É muito complicado dar um tempo para mim mesmo, oferecer-me uma opção de como gastar o meu tempo, fazer-me sentir um pouco livre e até ousar dizer que tenho algumas escolhas...
O tempo passa e rapidamente percebo que muitas vezes armazeno coisas inúteis, como a falta de tempo. E preservo também amigos, mas amigos não são para serem guardados ou preservados, mesmo que seja no coração, apesar de já estarem quase em extinção. Amigos são seres vivos, enquanto são vivos e precisam ser vividos.
Eu posso saber que tenho um jardim, mas se não for lá para contemplar as flores, acho que não tenho nada. Uma vaga lembrança é o máximo que posso me atrever a constatar.
Mas a vida é professora, que costuma oferecer deveres de casa e, por vezes, passa algumas lições práticas, marcantes, inesquecíveis, que são, por fim, um tanto quanto tristes. Aprendo da pior maneira possível, entendo coisas que muitas vezes já são tardes demais. Apesar de saber que esse exemplo será aplicado para o que resta da minha vida, vejo, no entanto, que aquele zero ficará riscado em meu boletim escolar, sem que eu tenha uma nova chance de mudá-lo.
Há alguns dias, ao ligar para um velho amigo meu, descobri que ele falecera, vítima de um infarto fulminante... E, é claro, amigos raramente têm a oportunidade de avisar que estão de partida.
São perdas inestimáveis, mas não porque eles se vão, porque isso deveria ser normal. Anormais são as perdas feitas em vida, faltou mais uma "paella" para ser feita, uma cervejinha para ser bebida em qualquer "happy-hour". Tudo em detrimento da roda-viva, dos trabalhos inadiáveis, dos estudos intermináveis, da manutenção do emprego insubstituível...
É uma pena! Mas, mesmo assim, neste exato instante, é hora de virar a folha e começar uma nova página do diário, na qual a vida nos põe novamente à prova. É preciso, desta vez, acertar mais.
Deito em minha cama, arrumo meu travesseiro e aproveito esses poucos momentos de lucidez, até que a aparente roda-viva da qual me afastei tome conta outra vez da minha vida...
O tempo passa e rapidamente percebo que muitas vezes armazeno coisas inúteis, como a falta de tempo. E preservo também amigos, mas amigos não são para serem guardados ou preservados, mesmo que seja no coração, apesar de já estarem quase em extinção. Amigos são seres vivos, enquanto são vivos e precisam ser vividos.
Eu posso saber que tenho um jardim, mas se não for lá para contemplar as flores, acho que não tenho nada. Uma vaga lembrança é o máximo que posso me atrever a constatar.
Mas a vida é professora, que costuma oferecer deveres de casa e, por vezes, passa algumas lições práticas, marcantes, inesquecíveis, que são, por fim, um tanto quanto tristes. Aprendo da pior maneira possível, entendo coisas que muitas vezes já são tardes demais. Apesar de saber que esse exemplo será aplicado para o que resta da minha vida, vejo, no entanto, que aquele zero ficará riscado em meu boletim escolar, sem que eu tenha uma nova chance de mudá-lo.
Há alguns dias, ao ligar para um velho amigo meu, descobri que ele falecera, vítima de um infarto fulminante... E, é claro, amigos raramente têm a oportunidade de avisar que estão de partida.
São perdas inestimáveis, mas não porque eles se vão, porque isso deveria ser normal. Anormais são as perdas feitas em vida, faltou mais uma "paella" para ser feita, uma cervejinha para ser bebida em qualquer "happy-hour". Tudo em detrimento da roda-viva, dos trabalhos inadiáveis, dos estudos intermináveis, da manutenção do emprego insubstituível...
É uma pena! Mas, mesmo assim, neste exato instante, é hora de virar a folha e começar uma nova página do diário, na qual a vida nos põe novamente à prova. É preciso, desta vez, acertar mais.
Deito em minha cama, arrumo meu travesseiro e aproveito esses poucos momentos de lucidez, até que a aparente roda-viva da qual me afastei tome conta outra vez da minha vida...
quarta-feira, 9 de março de 2011
Pensamentos
"Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra"
Frase atribuída a Shakespeare
Frase atribuída a Shakespeare
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